Assembleia de Deus
Templo Central (Pq. Santa Fé, Messejana – Fortaleza, CE)
Templo Central (Pq. Santa Fé, Messejana – Fortaleza, CE)
30/06/09
Na maioria das vezes só pessoas desatentas são atacadas e geralmente o criminoso dispõe de pouco tempo para fazer a abordagem.
O fator principal na função de segurança patrimonial é a atenção. Por isto, algumas regras são importantes para se evitar surpresas desagradáveis ou até mesmo salvar sua vida e a dos outros bem como salvaguardar melhor o patrimônio em contrato:
1. Nunca ler revistas ou similares quando estiver no posto de serviço. O simples ato da leitura tira toda a atenção voltada para observar e salvaguardar o posto e isto pode custar a sua vida, a de seus colegas e a proteção devida do patrimônio.
2. vigilante em serviço fardado usando o coldre, deverá portar a arma no coldre e na cintura. Nunca deixar a arma fora do corpo do segurança, isto atrasará, uma possível ação defensiva ou preventiva , sem falar no risco de alguém furtar o armamento.
3. Todos os postos deverão ficar cobertos e bem distribuídos com os seguranças. Cada segurança deverá permanecer em seu posto e evitar aglomerações tanto de pessoas fora da guarda ou de vigilantes do mesmo grupo. Quando os seguranças estão bem distribuídos em seus postos o poder de visão geral do prédio ou patrimônio, será maior, otimizando uma melhor segurança.
4. Postura adequada. Uma vigilância bem fardada e com boa postura, seja em pé ou sentada, transmite uma impressão de que são preparados e que são organizados. Isto também inibe coação de delinqüentes, bem como proporciona moralidade na equipe, na Empresa para com os clientes e as pessoas de um modo geral.
5. Evitar falar demais. Assuntos inerentes à segurança da Empresa ou da Unidade onde prestam serviços, relacionados aos procedimentos básicos como estratégias de segurança, não deverão ser comentados com terceiros a fim de não chegar ao ouvidos de delinqüentes. A rotina da segurança é algo muito sigiloso.
6. Estratégia. Como regra geral, um bom estrategista tem grandes vantagens para resolver problemas, para vencer obstáculos, para derrotar inimigos, para cuidar melhor da sua segurança e de outrem, etc. Todo segurança deverá trabalhar o hábito de criar estratégias, fazendo, se necessário ( mentalmente ), simulados de como reagir na situação de um assalto, etc.
7. Ser desconfiado. Sempre que possível, ao se aproximar desconhecidos, observar suspeitos. Evitar o contato próximo a suspeitos ou desconhecidos. Colocar – se sempre em posição de defesa.
19/06/09
ESCATOLOGIA – A Ressurreição dos Mortos – 1 Co 15.3,4 , 12-20
Filed Under (Estudo Bíblico) by Pr.Leonardo Lima on 16-05-2009
INTRODUÇÃO
A doutrina da ressurreição tem sua base essencialmente sobre o fato da ressurreição de Cristo. Jesus enfatizou e deu sentido especial a esse ensinamento (Jo 5.28,29), deixando claro que não haverá uma única e simultânea ressurreição para os mortos, e sim, que acontecera em duas fases distintas: a ressurreição dos justos e a dos ímpios.
I. O QUE É RESSURREIÇÃO
Sentido original. Duas palavras gregas (anastasis e egeiro) definem o termo ressurreição. Elas claramente indicam “tornar à vida”, “levantar se”, “despertar”, “acordar”.
Sentido doutrinário. Ressurreição é a devolução da vida ao que havia se extinguido fisicamente. É o ato do levantamento daquilo que havia estado no sepulcro. Varias vezes nos deparamos com a expressão “ressurreição dos mortos” (1 Co 15.12,13,21,42), de justos e ímpios. Porem, quando se refere aos justos, a expressão original é restritiva e se traduz por “ressurreição de entre os mortos”. A expressão “de entre os mortos” quer dizer os mortos tirados do meio de outros mortos.
II. CARÁTER GERAL DA RESSURREIÇÃO
No Antigo Testamento. Vários personagens importantes da historia do Antigo Testamento demonstraram sua confiança e crença na ressurreição. Abraão cria na ressurreição (Gn 22.5; Hb 11.17-19), (Jó 19.25-27); um dos filhos de Core, cantor, salmodiava sobre a ressurreição (Sl 49.15); o profeta Isaias cria e profetizava sobre a ressurreição (Is 26.19); Daniel, profeta e estadista, declarou sua crença na ressurreição (Dn 12.2,3); e Oséias, um profeta destacado em Israel, fez o mesmo (Os 13.14).
No Novo Testamento. A doutrina da ressurreição foi declarada e ensinada por Jesus em seu ministério terrestre (Jo 5.28,29; 6.39,40 44,54; Lc 14, 13,14; 20.35,36). Ensinada e reafirmada pelos apóstolos e os pais da Igreja primitiva (At 4.2). Em Atenas, na Grécia, Paulo pregou a Jesus Cristo e Sua ressurreição (At 17.18). Repetiu isso, também, para os filipenses (Fp 3.11), aos coríntios (1 Co 15.20), aos tessalonicenses (1 Ts 4.14-16), perante o governador Felix (At 24.15). O apostolo João, não só relatou o ensino de Cristo sobre a ressurreição, mas ele mesmo ensinou sobre o assunto (Ap 20.4-6).
Alguns exemplos bíblicos de ressurreição.
No Antigo Testamento. A historia dramática da ressurreição do filho da mulher sunamita através da oração do profeta Elizeu (2 Rs 4.32-37). Há um caso posterior mais impressionante. O profeta Elizeu já havia morrido e sido sepultado, e um grupo de moabitas, para fugir de uma perseguição inimiga, lançou o seu morto na cova onde estavam os restos mortais de Elizeu. Ao tocar os ossos do profeta o morto reviveu e se levantou sobre seus pés (2 Rs 13.20,21).
No Novo Testamento. Os exemplos são numerosos, começando pelo ministério pessoal de Jesus Cristo: a filha de Jairo (Mt 9.24,25); o filho de uma viúva de Nain (Lc 7.13-15); seu amigo Lazaro, em Betânia, irmão de Maria e Marta (Jo 11.43,44). Ele mesmo venceu a morte depois de três dias no sepulcro (Lc 24.6) e, para confirmar Sua vitória sobre a morte, alguns corpos de santos mortos anteriormente, ressuscitaram e foram vistos em Jerusalém (Mt 27.52,53). Mais tarde, entre os apóstolos, Pedro orou ao Senhor e fez reviver a Dorcas (At 9.37,40, 41).
III. TIPOS DE RESSURREIÇÃO
Nacional. É, em linguagem metafórica, a ressurreição e renovação do povo de Israel em termos políticos, materiais e espirituais (Dt 4.23-30; 28.62-64; Lv 26.14-25; Ez 11.17; 36.24; 37.21; Jr 24.6; Ez 36.24,28). O cumprimento total da profecia relativa à ressurreição nacional acontecerá na vinda pessoal do Messias, o Senhor Jesus Cristo (Zc 14.1-5).
Espiritual. Refere se também metaforicamente a um renascimento espiritual dos que, tendo estado mortos em delitos e pecados (Ef 2.1) foram vivificados espiritualmente (Rm 6.4). Há, no entanto, um sentido literal dessa ressurreição, no que diz respeito à ressurreição corporal. Porem, o aspecto físico da ressurreição diz respeito aos corpos levantados das sepulturas, os quais sofrerão uma metamorfose. Isto é: uma transformação do físico para o espiritual (1 C o 15.52; 1 Ts 4.13-17).
Física. Precisamos distinguir esse tipo de ressurreição sob dois ângulos: o temporal e o escatológico. No sentido temporal, temos o exemplo de pessoas que morreram, foram sepultadas, e pelo poder de Deus ressuscitaram; posteriormente, voltaram a morrer (2 Rs 4.32-37); Mt 9.24,25). No sentido escatológico, tanto os justos quanto os ímpios vão ressuscitar fisicamente. Os justos, levantar se ão dos seus sepulcros na vinda do Senhor (1 Co 15.44,52; Jo 5.29). Os ímpios se levantarão não como os santos, mas no fim de todas as coisas, no Juízo Final (Ap 20.11-15).
IV. EXPLICANDO A RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS E A DOS ÍMPIOS
A primeira ressurreição
O tempo. Dividi se em três fases distintas. A primeira fase refere se à ressurreição de Cristo e de muitos santos do Antigo Testamento, identificados como as “primícias dos mortos” (1 Co 15.20; Mt 27.52,53); Jesus e aqueles santos ressurretos são o primeiro molho de trigo colhido (Lv 23.10-12; 1 Co 15.23). Jesus foi o grão de trigo que caiu na terra, morreu, e produziu muito fruto (Jo 12.24). Isto é: aquele grupo de pessoas de Mt 27.52,53 foi a primícia, o primeiro molho. A segunda fase refere se à ressurreição dos mortos em Cristo na era neotestamentária, a qual se efetuara no chamamento especial por ocasião da volta do Senhor Jesus sobre as nuvens (1 Co 15.51,52; 1 Ts 4.14-17). A terceira fase da primeira ressurreição refere se àqueles mortos no período da Grande Tribulação, os quais são chamados de “mártires da Grande Tribulação”. Refere se ao restolho da ceifa, isto é, as respigas da colheita (Ap 6.9-11; 7.9-17; 14.1-5; 20.4,5).
A natureza dos corpos ressurretos. Não importa como os corpos forma sepultados, se em covas na terra, ou no fundo dos mares e rios, ou queimados. Na realidade, os mesmo corpos mortos serão ressuscitados. No caso dos mortos em Cristo, seus corpos serão transformados (1 Co 15.35-38), iguais ao corpo ressurreto de Cristo (Fp 3.21).
2. A segunda ressurreição
O tempo. Já sabemos que Jesus distinguiu duas ressurreições: a dos justos e as dos ímpios (Jo 5.28.29). Alguns interpretes entendem a ressurreição dos mortos como um só evento, num mesmo tempo. Declaram que a única distinção é que “uns ressuscitarão para a vida” e outros “para a perdição”. Entretanto, essa teoria é largamente refutada. Na verdade, o tempo da segunda ressurreição acontecera no fim de todas as coisas, após o período do Milênio na terra, quando haverá o Juízo Final diante do Grande Trono Branco (Hb 4.13).
A natureza dos corpos ressuscitados dos ímpios. Quanto à ressurreição o processo será o mesmo que o dos justos. Seus corpos terão todas as partículas físicas reunidas e transformadas em corpos espirituais, mas sem qualquer gloria, À semelhança dos justos no Hades, as almas e espíritos se unirão aos seus corpos sepultados para serem julgados por suas obras (Ap 20.12; Dn 12.2). Nenhuma gloria, nenhuma beleza, mas totalmente inglório, para que sejam prestado as contas perante o Supremo Juízo 9Hb 4.13; Rm 2.5,5; Hb 9.27).
O estado final dos ímpios. Na verdade, os ímpios ressuscitarão para uma “segunda morte”, Ap 21.8. Essa “segunda morte” não significa aniquilamento, mas banimento da presença de Deus (2 Ts 1.9). Esse banimento implica que todos os ímpios serão lançados no Geena, chamado “Lago de Fogo” (Mt 25.41,46), que arde continuamente com fogo inapagável – o tormento eterno (Ap 14.10,11)
CONCLUSÃO
A esperança da Igreja está baseada na ressurr
eição de Cristo. Sua morte e ressurreição são a garantia total de que Ele voltara. Sua vitória sobre a morte foi com gloria, triunfo e poder.
08/06/09
1.AS DEFINIÇÕES
ESCATOLOGIA (grego=eschatos, “último”, e logos, “assunto”, ou seja, “a doutrina das últimas coisas”). A Escatologia Bíblica diz respeito não apenas ao destino do indivíduo, mas também se preocupa com a história. Isso se deve ao caráter particular de revelação da Bíblia. Deus não somente se revela por meio dehomens divinamente movidos, mas também em e mediante os acontecimentos da história redentiva, o mais da qual é o advento e a vida do seu filho, Jesus Cristo. Além disso, o conteúdo dessa revelação não se limita as verdades acerca do caráter e dos propósitos de Deus , mas inclui igualmente suas ações redentoras na história, bem como a palavra inspirada, que interpreta a significação dessas ações. Visto que Deus é o Senhor da história, a consumação da obra redentora de Deus, incluirá a redenção da própria história.
“ENTRETANTO, o Espírito Santo nos diz claramente que nos últimos tempos alguns na igreja se desviarão de Cristo e se tornarão seguidores de mestre com idéias de inspiração diabólica” ITm. 4.1. Alguns falsos ensinadores têm introduzido no meio do povo de Deus ensinos deturpantes sobre as coisas que ainda hão de acontecer. Ë de se lamentar que essas heresias têm desviado muitos cristão que por sua vez perdem o gosto pelo verdadeiro ensino, contido nas Sagradas Escrituras, concernente ao futuro.
O estudo da Escatologia requer muita atenção e cuidado para não entrar na classe dos falsos mestres que Paulo enfatizou que, nos últimos tempos surgiriam.
Não é difícil o estudo sobre Escatologia, desde que o estudante dedicado busque a orientação de Deus que por sua vez iluminará a mente do seu discípulo. Uma coisa é certa: o Espírito Santo é o único e verdadeiro intérprete que merece toda a nossa confiança, no que tange a todo o conteúdo plausível da Bíblia Sagrada, o Livro de Deus.
1.1A IMPORTANCIA DO ENSINO ESCATOLÓGICO
A Escatologia Bíblica tem sido negligenciada em muitos púlpitos causando um enorme prejuízo a igreja do Senhor. Há muitos pregadores enganados ensinando o que não convém (Tt 1.11) por falta de conhecimento. Ensinam que o INFERNO é no sol, outros estão pregando que Jesus desceu ao Inferno e ao chegar lá derrubou a porta do inferno a ponta-pés para tomar a chave de Satanás. No estudo da escatologia bíblica, é de caráter fundamental, Ter o
cuidado em não apresentar falsas interpretações, evitando, com isso, questionamento e especulações. Deus nos adverte dizendo que devemos “manejar bem a Palavra da verdade.”(II Tm.2.15). “Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará”.(Hc.2.3). Os motivos reais de termos pessoas com tantas dúvidas e pregadores e ensinadores que não são ortodoxos na sua apresentação de ESCATOLOGIA, produzindo interpretações absurdas do texto bíblico são:
a)FALTA DE AFINIDADE DO CRENTE COM O ESPÍRITO SANTO – Daí, falta introspecção espiritual( 1 Co2.10,14 ) . A bíblia foi produzida pelo Espírito Santo, portanto não devemos pensar que podemos entendê-la só por sermos antigos na fé, por sermos intelectuais, Jovens, etc. O Espírito Santo é o interprete real da escritura.
b)FALTA DE APLICAÇÃO DO TEXTO BÍBLICO NOS SEUS VARIADOS ASPECTOS – Falsa aplicação quanto a povos bíblicos; quanto a tempo; quanto a lugar; quanto aos sentidos do texto; quanto a mensagem do texto; e quanto a procedência da mensagem do texto. Tudo isto em relação ao assunto que estamos estudando no momento ( ESCATOLOGIA ). A correta aplicação da Palavra de Deus é: ” …maneja bem a palavra da verdade” ( 2 Tm 2.15 ) e para manejá-la bem é necessário considerar vários aspectos de aplicação já mencionados. É dever de TODO OBREIRO do Senhor, manejar BEM A PALAVRA DA VERDADE. Tanto é réu o corruptor da sã doutrina, como o omisso nela.
c)CONHECIMENTO BÍBLICO DESORDENADO – Há crentes em nossas igrejas, portadores de um admirável conhecimento bíblico, mas infelizmente, por falta de estudo sistemático dos assuntos bíblicos, esse conhecimento deles é vago, solto, sem sequencia, desordenado, tipo catálogo de telefone, onde uma informação nada tem haver com a outra. Dá pena, mas é verdade! É conhecimento Bíblico mas, assimétrico.
d)CONHECIMENTO ESPECULATIVO – Isto é, conhecimento que é apenas especulação do intelecto humano ( 1 Co 2.14 ). Especular é querer saber apenas para saber, mas sem qualquer intenção de glorificar a Deus, de consagrar a vida a Ele, e muito menos de obedecer a Sua vontade. Há muita diferença de “amar a Sua vinda” ( 2 Tm 4.8 ) e especular sobre sua vinda.
2.ENTENDENDO O CAMPO DA ESCATOLOGIA BÍBLICA.
Littera scripta manet – “a palavra escrita permanece”, disse Horácio na Roma Antiga a mais de 2.000 anos atrás. O que caracteriza o vislumbre do cumprimento das profecia no palco da escatologia, é a maneira de como Deus trabalha para mostrar a sua vontade, revelada na palavra escrita. Este trabalho consiste em ampliar a revelação divina, nos dando a entender que a palavra escrita continua em pé, revigorada pela forte atuação e inspiração do Espírito Santo de Deus. A ordem que o profeta Jeremias recebeu do Senhor foi esta: “escreve num livro todas as palavras que eu te disse”, Jr. 30.2.
Não podemos duvidar nem admitir falha na palavra de Deus. Ela é inspirada pelo Espírito Santo; 2Tm. 3.16. A inerrância das escrituras tem sua base na infabilidade da Palavra do Senhor.
Com isso podemos ir mais além do que Horácio afirmou. “a palavra escrita ‘não’ apenas permanece – ela floresce como trepadeira nas fronteiras do nosso entendimento”. Ela alcança o mais profundo dos recônditos da nossa alma. Para entender o campo da escatologia, precisamos saber de 3 (três) verdades básicas.
2.1 A IGREJA – ALVO DA REVELAÇÃO DIVINA.
Toda a revelação aponta para o futuro. O futuro consiste num plano traçado por Deus para que a Igreja caminhe neste mundo “pela fé a esta graça, na qual estando firme, gloria-se na esperança da glória de Deus”, Rm. 5.2
Argumentando o fato de nós sermos alvo da revelação divina, o apóstolo Paulo escreveu aos Efésios dizendo que Deus “nos elegeu antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele. Em amor nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito da sua vontade”, Ef. 1.4,5. Somente aqueles que são santos e filhos de Deus é que têm o privilégio de ter a revelação das coisas que em breve hão de acontecer.
Em contraste, o mundo pagão, que não tem a revelação de Deus, se fecha num ciclo de falsas expectativas em relação ao futuro.
No consenso filosófico da humanidade a maior parte da população do mundo vê com grande otimismo a era que está por vir. Pressentindo um fantástico progresso material e científico, vivendo na era da velocidade e vendo a aquisição do conhecimento se acelerar, muitos poderão se tornar otimistas demais. Contudo o apóstolo Paulo nos adverte: “quando andarem dizendo: paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição”, ITm. 5.3.
Aos olhos dos franceses do final do século XIX, o novo século parecia uma espécie de Idade de Ouro. Mas o entusiasmo durou até 1914, quando a 1ª Guerra Mundial pôs fim ao sonho dourado.
Outra parte da humanidade certamente adentrará o 3º milênio cheia de superstições, medo, insegurança e pessimismo; preocupada com desgraças, desemprego, violência e caos social.
conseguiu comemorar a data, pois esperava o “Apocalipse”. Segundo o historiador Frederick H. Martins, um sentimento de terror dominou a multidão amontoada na imensa Basíli
ca de São Pedro, em Roma, na noite de 31 de dezembro de 999. Inclusive o Papa Silvestre II parecia aterrado.
Isso aconteceu porque o povo não tinha acesso à Bíblia. Quem conhece a revelação sabe que o mundo irá de mal a pior, mas não se desespera. E o Senhor Jesus profetiza: “homens desmaiarão de terror, na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo… e quando estas coisas começarem a acontecer, fiquem firmes e levantem a cabeça, pois a vossa redenção está próxima, Lc. 21.26,28.
2.2 OS QUATRO TIPOS DE ESCATOLOGIA
Além de ser um dos capítulos da dogmática cristã, ou seja, o estudo sistemático e lógico das doutrinas concernentes às últimas coisas, há quatro outros tipos de escatologia, segundo nos apresenta o Dicionário Teológico (CPAD).
a) Escatologia consistente.
Termo nascido com Alberto Schweitzer, segundo o qual a ações e a doutrina de Cristo, tinha um caráter essencialmente escatológico. Não resta dúvida, pois de que o Senhor Jesus haja se preocupado em ensinar aos discípulos as doutrinas das últimas coisas. Todavia, sua preocupação básica era a salvação do ser humano. Ele Jamais deixou de se referir à vida prática e sofrida do homem.
b) Escatologia idealista.
Corrente doutrinária que relaciona a escatologia bíblica às verdades infinitas. Os que defendem tal posicionamento, alegam que a doutrina das últimas coisas não terá qualquer efeito sobre a história da humanidade. Relegam-na, pois, à condição de mera utopia, ou seja, projeto irrealizável, fantasia.
A abordagem idealista doApocalipse, por exemplo, é, as vezes, chamada de visão “espiritualista”, visto que interpreta o livro espiritual ou simbolicamente. O livro é visto da perspectiva que representa o conflito continuo entre o bem e o mal, sem conexão histórica imediata para qualquer evento político ou social.
Mas, o que dirão elas, por exemplo, acerca das profecias já cumpridas? Será que estas não referendam as que estão por se cumprirem? Não esqueçamos, pois, ser a profecia a essência da Bíblia. Se descremos daquela, não podemos crer nesta.
c) Escatologia individual.
Estudo das últimas coisas que dizem respeito exclusivamente ao indivíduo, tratando de sua morte, estado intermediário, ressurreição e destino eterno. Neste contexto, nenhuma abordagem é feita, quer a Israel, quer a Igreja.
d) Escatologia realizada.
Ponto de vista defendida por C.H. Dodd, segundo o qual as previsões escatológicas das Sagradas Escrituras foram cumpridas nos tempos bíblicos. Atualmente, portanto, não nos resta nenhuma expectativa profética de acordo com o ensino de Dodd.
Gostaríamos, porém que ele nos respondesse as seguintes perguntas:
• A 2ª vinda de Cristo já foi realizada?
• A grande Tribulação já é história?
• O julgamento final já foi consumado?
3 – MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO DA ESCATOLOGIA.
Nesta seção aprenderemos os métodos utilizados na interpretação de porções bíblicas que concerne ao futuro. Lembrando que, na história da Igreja tem sido adotados vários métodos de interpretação no que tange às escrituras proféticas. No entanto, faz-se necessário o bom conhecimento e a maneira correta de se aplicar dois métodos de interpretação que devem merecer nossa atenção.
3.1 – Método alegórico ou figurado
O termo alegoria é definido, por alguns teólogos, como qualquer declaração de fatos supostos que admite a interpretação literal, mas que requer, também, uma interpretação moral ou figurada. Se não atentarmos para o sentido real, figurado ou literal, de uma profecia bíblica, negamos o seu valor histórico, dando uma interpretação de menos importância, e assim corremos o risco de anular a revelação de Deus naquela profecia.
Portanto, o método alegórico deve ser utilizado de maneira correta. Leia Gl. 4.21-31 e observe que Paulo tomou figuras ilustradas no texto com focos literais da antiga dispensação, mas apresentou-os como sobras de eventos futuros.
3.2 – Método literal ou textual
Este método se preocupa em dar um sentido literal às palavras da profecia, interpretando-as conforme o significado ordinário, de uso normal. A preocupação básica é interpretar o texto sagrado consoante a natureza da inspiração da profecia.
Ambos os métodos são válidos. Há uma perfeita ralação entre as verdades literais e a linguagem figurada. Por exemplo, no texto de Jo.1.6 diz: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. E em Jo. 1.29 nos fala: “Eis aí o Cordeiro de Deus.” Palavras pronunciadas pelo próprio João Batista ao ver a Jesus.
Agora vejamos os métodos de interpretação aplicado em ambos os textos. O 1º está falando literalmente de um homem, cujo nome, de fato, era João. No 2º texto João Batista usou a forma figurada para denotar a pessoa de Jesus.
Em se tratando do livro de Apocalipse, que em sua parte, é um livro escatológico, têm surgido diversas classes de intérpretes, as quais devem ser conhecidas pelos pastores e por aqueles que exercem o Ministério da Palavra. Por quê?
Porque os crentes pentecostais, em sua maioria, não sabem em que classe de intérpretes do Apocalipse, eles se encaixam, e por conseguinte deixam ser levados por ensinos deturpantes que contradizem a Palavra de Deus. Por exemplo, os Adventistas do 7º Dia, vêem a vinda de Cristo, a este mundo, como em uma única vez, sem ser dividida em duas fases distintas, e assim não dão espaço para o período da Grande Tribulação e a restauração de Israel.
Vejamos os principais intérpretes com seus respectivos ensinos.
1º – Os Preteristas. Esta classe crê que a maior parte do Apocalipse já foi cumprida, a muito tempo atrás. Eles relegam tudo ao passado. O relacionamento que eles fazem entre o texto e o evento é muito subjetivo e precário.
2º – Os Historicistas. Os intérpretes que assumem esta posição procuram encaixar todos os acontecimentos previstos no Apocalipse em várias épocas da história humana. Interpretam o Apocalipse como um estudo progressivo dos destinos da Igreja desde o seu início até a consumação. Estes asseveram que as profecias estão cumpridas em parte e em parte estão por cumprir e algumas estão sendo cumpridas diante de nós.
3º – Os futuristas. Estes interpretes dividem-se em dois grupos:
a) Futuristas extremos – acham que todo o Apocalipse refere-se à vinda do Senhor Jesus Cristo.
b) Futuristas simples – Aceitam que os 3 primeiros caps. do livro como já cumpridos; tudo o que se segue refere-se à aparição vindoura de Cristo. A maioria dos Pentecostais Fundamentalistas têm uma visão futurista do livro. Sob esta perspectiva tudo, ou quase tudo que é narrado após o cap. 4, será cumprido num curto espaço de tempo (sete anos) após o término da Dispensação da Igreja.
Os intérpretes do Apocalipse estão também divididos na forma COMO ABORDAM O MILÊNIO. (Os mil anos mencionados no cap. 20). A maneira como se encara o Milênio afeta a interpretação do Apocalipse como um todo. É necessário levantarmos, aqui, alguns pontos.
1º – Amilenistas. Ensinam que não haverá nenhum Milênio, pelo menos não na terra. Alguns simplesmente dizem que, como o Apocalipse é simbólico, não há sentido algum em se falar em Milênio Literal. Outros interpretam os mil anos como algo que ocorrerá no céu. Pegam o número mil como um algarismo ideal, um período indefinido. Assim, esperam que este período da Igreja termine com a ressurreição e julgamento geral, tanto do justo como do ímpio, seguindo-se imediatament
e o reinado eterno no novo céu e na nova terra. A maioria dos amilenistas consideram Agostinho (o bispo de Hipona, no Norte da África 396 – 430 d.C.) um dos principais promotores do amilenismo.
2º – Pós-Milenista. Começou a espalhar-se a partir do século XVIII. Seus adeptos interpretam os mil anos do Milênio, como uma extensão do período atual da Igreja. Ensinam que o poder do Evangelho ganhará todo o mundo para Cristo, e a Igreja assumirá o controle dos reinos seculares. Após haverá a ressurreição e o julgamento geral tanto do justo como do ímpio, seguido pelo reinado eterno no novo céu e na nova terra. O pós-milenismo também espiritualiza irritadamente as profecias da Bíblia, não dando espaço à restauração de Israel ou reinado literal de Cristo sobre a terra durante o Milênio.
3º – Pré-Milenista. Acreditam que, o retorno de Cristo, a ressurreição dos salvos e o tribunal de Cristo, será antes do Milênio. No final deste, Satanás será solto, engana as nações, mas há de ser prontamente derrotado para todo o sempre. Segue-se o julgamento do GTB, que sentenciará o restante dos mortos. Aí sim, teremos o reino eterno no novo céu e na nova terra.
A perspectiva pre-milenista e futurista simples,juntas,encaixam-se melhor nas orietaçoes de Jesus.
É essa classe de intérpretes do Apocalipse que a maioria dos Pentecostais pertence.
03/06/09
“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” Ef. 6. 9
Nossa vida está repleta de situações que, por vezes, nos levam a trabalhar com a possibilidade da desistência no propósito de desvencilharmo-nos de preocupações, tristezas, aborrecimentos, coisas e até de pessoas.
Isto não deve nos surpreender, não deve nos levar à conclusão de que somos fracos, incapazes de prosseguir, de lutar, de vencer. Não estamos solitários ao conjecturar sobre os resultados de abandonar o que deveríamos suportar. Esta é mais uma daquelas típicas condições que são compartilhadas pelos mortais.
Consciente disto, o apóstolo Paulo escreve aos gálatas sobre a necessidade de perseverar em fazer o bem, asseverando que há um tempo para ceifar, caso haja determinação, disposição, continuidade, insistência e seus similares.
É preciso, entretanto, observar o cuidado de não dissociar esta promessa ao que é dito antes e depois. Refiro-me ao fato de estar mais do que comprovado que, geralmente, colhe-se o que se planta e que, tendo esta consciência, é preciso fazer o bem a todos continua e indiscriminadamente, com ênfase aos da família da fé, lembrando sempre que a ceifa não tem nenhuma relação com o imediatismo ao qual estamos tão acostumados. Isto se define pelo uso do termo “a seu tempo ceifaremos”, ou seja, embora a linguagem figurada nos lembre do tempo previsto para as folhas, flores e frutos, neste caso, em se tratando de semear para o Espírito, não reunimos condições para prever o tempo apropriado para a colheita. Isto está no âmbito da economia exclusiva de Deus.
Sendo assim, não é incomum notar o inconformismo de muitos que, julgando lançar a semente certa, lamentam a ausência de resultados. Dois problemas sérios que não encontram amparo no texto, posto que, nosso julgamento pode estar em discordância com o parecer divino e não estamos sendo encorajados a ficar de plantão esperando um momento para comemorar. Embora isto possa ocorrer em vida, os resultados definitivos de tudo quanto fazemos estão reservados para a eternidade onde havemos de desfrutar plenamente a alegria, o conforto, o prêmio reservado para os que aprenderam o significado de “não nos cansemos de fazer o bem”.
Portanto, ainda que seja mais fácil desistir, a segurança está em perseverar, por mais difícil que isto possa representar.
Que Deus nos ajude a ter a paciência necessária para nos mantermos firmes frente ao desafio que este trabalho representa.
Rev. Marcos Martins Dias
21/05/09
VOCÊ VAI PERMITIR? (¿Usted lo permitirá?)
Pastor Hector Muñoz Uribe – Concepción/Chile
Tradução de João Cruzué
O que você diria se um homossexual entregasse a “teu” filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que suas condutas [homossexuais] são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe inculcara que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?
Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um cursos, que inclui algumas “tarefas” como fazer um convite para um homossexual vir a sala de aula para que explique suas próprias experiências, ou pior ainda, efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?
E, que diria você se o Ministério da Educação (do Chile) outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?
Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de liberación homossexual [do Chile] e financiado pelo governo socialista de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja Capital é Mérida) e pelo “Movimiento homosexual Triángulo”, também da Espanha.
Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª séria do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de oferecê-lo gratuitamente em página da WEB.
Seu objetivo é acostumar aos meninos, e entre eles pode estar “teu” filho, com as condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.
Mas este “manual” não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu “processo de auto-conhecimento” se deve destruir a “homo-transfobia-interiorizada”, acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais trataram de convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.
Posteriormente lhes mostra, nesse processo de “auto-conhecimento”, que poderão ter experiências “de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomenda, a “saída do armário”, ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.
Segundo o “manual”, a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes.
O “manual” explica aos meninos que “o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto “não conclusivo”.
A consequência é que “teu” filho, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da “normalidade” de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.
Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola “Triangulo” de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adção de crianças por parte desses “casais”.
Mas o objetivo do Movimento de homossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação – 0 do Chile – incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está “fazendo as vezes” do MEC-Chileno.
Afirma o “Movilh” que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as nas províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação ( CNN Chile, 18 de abril, 2009)
Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile “encampe” este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do “Movilh” é precisamente o governo do Chile.
Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile há deu as “boas-vindas” a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhante que aconselhava aos meninos: “Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça”. Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio” (Cambiando de Piel” – edição “La morada” 1997)
Pense um pouco em “teu” filho, ou em “tua” netinha. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são “intrisicamente desordenadas” ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.
Resistirá?
Este “manual” é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes.
E não pense que se você os matricular em um colégio cristão estarão a salvo desta influência. O “manual” foi redigido graças a uma “experiência piloto” realizada em vários colégios, entre os quais, o “Alma Matar” e o “Monsenhor Enrique Alvear”, que dizem ter uma orientação católica.
É necessário e urgente exercer uma pressão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este “manual” tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação contra esta campanha de pervertimento de nossos filhos, poderá por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais.
As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Extracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.
Por esta razão, é urgente que você faça chegar agora mesmo seu protesto a Senhora Ministra e re-envie este e-mail a todos seus conhecidos. Envie agora mesmo seu protesto. E-mails e cartas o mais que puder. Que o Chile se informe da verdadeira realidade.
Email recebido do Pastor Hector Muñoz por João Cruzué, via Facebook.
Original em espanhol: Blog Mirar Cristiano
16/05/09
“não atende a ninguém, não aceita disciplina, não confia no Senhor, nem se aproxima do seu Deus.” Sf. 3.2
O modo como se aborda a respeito das manifestações teofânicas ao longo da história, por diversas vezes deixa a impressão do desejo de fazer parte do quadro e, não somente contemplar os momentos maravilhosos em que Deus falou clara e diretamente ao Seu povo mas, também dá a impressão que a nossa disposição para a pronta obediência a tudo quanto Ele disse é incontestável. Entretanto, embora se concorde que o Senhor continue falando através dos séculos, parece que a inclinação para tomar rumos diferentes daqueles apontados por Ele retratam uma realidade presente, a qual também seria observada mesmo diante dos impactos causados por Suas incontáveis manifestações sobrenaturais.
As condições dos judeus no contexto do cativeiro babilônico são uma demonstração concreta da tendência humana em fazer sua vontade prevalecer contra Deus e Seus mandamentos, mesmo sofrendo duramente o preço desta atitude tão insana, considerando que aceitando ou não, concordando ou discordando, é como diz o profeta Daniel: “Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem dizer: Que fazes?” (Dn. 4. 35).
Moisés teve audácia suficiente para discordar de Deus. Jeremias também o fez ao considerar-se inabilitado quando foi chamado. Jonas, juntou seus pertences e demonstrou sua discordância seguindo para Társis e, dentre tantos outros exemplos, não apenas um homem mas, todo o povo fez mais do que ignorar os caminhos apontados por Deus. Suas decisões caracterizam um comportamento de franca rebeldia e insistência em permanecer em caminhos moldados segundo os ditames de sua própria consciência.
Creio que, apesar das diferenças ocasionadas pelo tempo e espaço que nos separam desta realidade jamais esquecida, cada dia que passa, cada movimento que surge, cada declaração feita acerca de Deus, cada atitude demonstrada pela igreja hodierna, retratam um comportamento de semelhante discordância de Deus e de Sua vontade na medida que se “determina”, “toma-se posse”, “enfatiza-se determinadas promessas descontextualizadas”, “estabelece-se quando, onde, como e em quem Deus fará isto ou aquilo”, dentre tantas outras anomalias geradas pelo mesmo mau que anulou a sensibilidade dos judeus e que os subjugaram a uma dura disciplina que marcou época e jamais será esquecida.
Podemos optar por seguir o mesmo destino cruel e amargar a ação disciplinadora de Deus sobre nós ou admitir que, embora pensemos conhecer Deus e Sua vontade, podemos estar tomando uma direção completamente oposta ao que se espera de nós quanto a permanecermos dentro dos padrões divinos, revestidos de Sua aprovação, bênção e direção em tudo quanto realizarmos.
Busquemos a humildade necessária para refletir sobre isto e investirmos num relacionamento de concordância com a vontade de Deus para nossa vida.
13/05/09
“porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém agora, são santos.” I Co. 7. 14
Quando nos deparamos com tanta gente querendo mudar o mundo, assustada com os desequilíbrios crescentes que se apoderam da sociedade, tem-se a impressão que os lares cristãos estão perseverando na luta contra toda impiedade a qual, começando por indivíduos, passando pelas famílias e atingindo a sociedade, permanece encontrando um oponente à altura, estando, portanto, impedida de causar maiores estragos do que o que se pode constatar.
No entanto, quando a análise que se faz está revestida da credibilidade que qualifica o cristianismo, começando por avaliar a nós mesmos, nossos lares e nossas igrejas, é possível que não encontremos a força necessária para combater todo o pecado que se avulta continuamente, destruindo vidas, famílias e até mesmo igrejas inteiras, anulando qualquer possibilidade de ser crente de fato.
Compreenda-se que isto não é uma afirmação de que “as portas do inferno prevalecerão contra ela”. Esta realidade é irrefutável, provém do Senhor da igreja e garante que, ainda que o amor de “quase todos” se esfrie, um remanescente será preservado e cumprirá o seu papel, sempre influenciando o meio em que vive.
O ponto que destaco nesta reflexão tem mais a ver com o cuidado que se deve ter de considerar-se imune aos danos que a incredulidade pode causar individual e coletivamente, com ênfase no contexto familiar.
Não se refuta a realidade que onde o crente é plantado, o mínimo que se espera é que sua presença promova diferença. O texto em epígrafe é muito claro a este respeito. A preocupação diz respeito à atitude de reivindicar os benefícios relativos à santificação tratada aqui, em detrimento de observar criteriosamente o comportamento que faz a diferença entre crente e incrédulo.
Sem qualquer dificuldade, qualquer um saberá afirmar que o vocábulo “crente” não é sinônimo de santidade. Afinal, ao isolar o termo do contexto em que está inserido no caso de I Co. 7, a palavra pode ser definida de muitas maneiras e, neste caso, é possível que haja muitos arrolados em igrejas compostas por “crentes” e que, no entanto, em matéria de convívio familiar, perdem para muitos que ainda não experimentaram as típicas mudanças resultantes de uma legítima conversão, comprometendo assim o padrão que se deve manter quanto ao trato a ser dispensado à esposa, ao marido, aos filhos, aos pais etc., a qualidade de vida que deve ser mantida em cada lar cristão.
Roguemos a Deus que nos ajude a ser instrumentos de bênçãos em nossos lares e que nos livre de maquiar a verdade, usando uma máscara para dar a impressão de que tudo está bem em nossa família e, por isso, podemos proceder com autoridade diante daqueles cuja família sofre diante da força implacável com a qual o pecado tem rompido muitos laços fraternos e, consequentemente, gerado uma sociedade decadente e corruptora na medida que causa estragos constantes e crescentes em cada casa onde a igreja deveria se fazer presente.
04/05/09
“nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” II Co. 4.4
O mundo já enfrentou muitas epidemias ao longo de sua história, das quais a mais recente é a tão divulgada “gripe suína” e, diante da sua força letal, grandes mobilizações já foram feitas a fim de conter sua proliferação e erradicar o problema, utilizando-se de variadas formas para um combate intenso e contínuo até que todos possam se sentir seguros e protegidos da terrível ameaça mundial.
Lembro-me de outras ocasiões em que grupos se uniram em prol de causas comuns como na época em que consagrou-se a famosa canção “We are the World”, composta para ajudar no combate a fome da África.
Sem dúvida nenhuma, não há que se questionar que estamos lidando com atitudes louváveis e necessárias. A própria igreja é favorecida por meio destas ações que não tem como principal motivação o fator religioso. Entretanto, sem alardes, sem qualquer pânico, a principal epidemia que atingiu toda a raça humana de todas as gerações, permanece ganhando terreno, promovendo estragos sem precedentes e arruinando com o presente e o futuro de uma grande multidão.
Infelizmente, apesar dos constantes apelos da igreja, a cegueira impede que este grande mal seja conhecido e combatido de maneira eficaz, contribuindo para que se viva cada dia de maneira tranquila, ainda que os danos sejam perfeitamente visíveis, a condenação eterna seja cruel, inevitável e iminente.
A insensibilidade justifica a ausência de pânico em detrimento do pandemônio estabelecido desde a queda em todos os seguimentos da sociedade, resultante da contaminação que afetou todas as faculdades humanas.
Embora seja lamentável saber que esta realidade é de caráter irreversível para uma grande maioria da população mundial, a igreja precisa perseverar em sua tarefa de provocar o impacto necessário levando o pecador ao desespero para que este, por sua vez, corra em direção a Cristo em busca de conter o mais temível de todos os males que o mundo já enfrentou.
É preciso que cada cristão se certifique que está desempenhando adequadamente o seu papel na divulgação desta terrível enfermidade e da Única solução para o problema enquanto há tempo para resgatar os que ainda podem ter seus olhos abertos e a consciência de que são pecadores e necessitados da cura que procede de Deus.
Fazendo isto, estaremos experimentando o verdadeiro sentido de nossa existência e contribuiremos para que muitos sejam poupados de se deteriorarem plena e definitivamente pelos danos que o pecado ainda pode causar.
Que Deus nos ajude nesta grande e difícil tarefa.
01/05/09

Calma, não irei muito afundo pois não me sinto preparado para tal.
Não sei se todos sabem, mas recentemente voltei para a igreja e como eu disse voltei e se voltei é porque eu já estive.
Percebi a mudança em que aconteceu no meio do povo cristão, fiz uma pequena comparação do meu primeiro contato com Cristo com esse momento no qual estou vivenciando agora. Irá parecer algo sem nexo para uns mas para outros não.
Percebi que Deus esta trabalhando de um modo diferente, antes Deus usava os mais velhos e aqueles que ja tinham certo tempo na igreja, eu mesmo presenciei muitos que batalharam para receber o batismo no ESPÍRITO SANTO, e hoje percebo que tudo mudou, aqueles que viviam no mundo, que eram mesmo “desmantelados” estão sendo reformados, ungidos e batizados com o espírito, até mesmo aqueles que ainda não desceram as águas.
Deus esta mostrando seu poder e somente aquele que não quer, não vê. Eu graças a Deus estou bem e hoje Deus me usou, me mostrou que o brinco que eu usava (brinco no qual eu coloquei no meio de bebedeiras e curtições da carne) era minha aliança com o demonio e que eu ainda não estava sendo usando pois ainda possuía uma aliança com o maior destruidor de vidas, no instante que ele abriu meus olhos retirei o brinco e entreguei para o irmão que estava sendo usado pelo espírito santo naquele momento e o irmão entregou a Israel (um jovem abençoado com o espírito santo). Israel naquele momento me disse: “Roni e irmãos, isso(brinco) não é nada para o homem, isso não vale nada, mas para Deus, Roni, isso é a aliança que você fez com Ele. Muitos falarão, esse não dura muito tempo na igreja, esse é apenas mais um, vai sair logo, não vai ficar. Fique sabendo meu irmão, que você vai ouvir isso, mas você vai mostrar a todos que você é vencedor e que todos estão enganados”. Isso pra mim foi tão confortante, mas voltando ao titulo, nosso Deus mudou a forma de trabalho, ele esta usando a juventude, e jovem esse é o momento, é o momento de se chegar ao Pai e mostrar para todo mundo que você não é apenas mais um, você é um vencedor!
Antigamente, não muito distante, pois tenho apenas 22 anos, a igreja era diferente, Deus como falei anteriormente usava os mais velhos, as senhoras, os obreiros, os pastores, e naquele tempo eu nunca tinha me sentindo tão bem como me senti hoje no meio dos jovens, no meio daquele fogo, mas um fogo verdadeiro, fogo que queima trazendo benção e paz, um conforto na alma, e a certeza de que tudo que você espera ter você terá.
Eu fugi um pouco do titulo, mas fica pra você a pergunta.
O nosso Deus mudou?
Post publicado no meu blog: ronis.com.br
23/04/09
Como muitos devem sabe, há a curiosidade em saber quem é Antipas, citado em apocalipse 2:13.
Primeiros vamos lembrar:
Os três principais Herodes.
O primeiro Herodes, citado por Mateus (2.1), é Herodes, o Grande, que reinou na Judéia depois de Antígono. Era filho de Antipater, aliado de Hericano, rei dos judeus. Amparado pelo prestigio de seu pai, recebeu Herodes o trono das mãos de Marco Antonio, no ano 40 antes de Cristo. Mereceu o honroso cognome de “o Grande”, por causa de alguns magníficos monumentos que fez construir na Judéia.
Assassinou (por ciúme) sua esposa Mariana e mandou degolar dois de seus filhos, acusando-os de participarem de suposta conspiração. Com receio de que houvesse nascido em Belém, aquele que deveria derrubá-lo do trono mandou matar todos os meninos menores de dois anos, pois acreditava que o Messias estivesse incluído entre os inocentes. Foi um individuo que, além de perverso, era covarde e sem caráter. Ingrato e mau. Morreu quando eram feitos, em Jerusalém, os preparativos para a festa da Páscoa do ano 5 a.C. O monstro completava, então, setenta anos de idade.
Passemos ao segundo dos três Herodes que se tornaram famosos na História do Cristianismo. O segundo Herodes, chamado Herodes Antipas, era filho de Herodes, o Grande. Logo que ocorreu a morte do famigerado e tão temido Herodes, o Grande, o reino foi dividido. A Judéia e a Iduméia ficaram com Arquelau, também filho de Herodes, o Grande; a Herodes Antipas coube a Galiléia e a Peréia.
Esse segundo Herodes, homem de péssimo caráter, egoísta e mau, achava-se, certa vez, em Jerusalém, no tempo de Pilatos, e recusou-se a julgar Jesus, alegando que nada tinha a ver com as acusações feitas ao “Galileu” pelo Sinédrio.
Casou-se, ilegalmente, com Herodíades, sua sobrinha e ex-esposa de seu irmão Herodes Filipo. Para atender a um capricho de sua enteada, e também sobrinha, Salomé, Herodes Antipas mandou degolar João Batista.
O terceiro Herodes, apelidado Agripa, era neto de Herodes, o Grande, filho de Aristóbulo e, portanto, irmão de Herodíades. Foi, com apoio de Roma, elevado ao trono da Judéia. Para ampliar sua popularidade entre os pagãos e judeus, e reafirmar-se na confiança de César, ordenou a morte de Tiago (que foi degolado) e determinou a prisão de Pedro. Inúmeras foram às torpezas e ignomínias praticadas por esse tirano.
A MORTE DE JOÃO
De acordo com a narrativa bíblica, João foi condenado e executado por ter criticado Antipas: “Não te é lícito possuir a mulher do teu irmão.” (Marcos, 6-17-18)
João foi executado porque criticava as bases religiosas, políticas, sociais e econômicas para Herodes e para o controle romano da pátria judaica. Ele agia e foi executado no território de Herodes Antipas; E Jesus agia no mesmo território, mas não foi acusado nem executado por Herodes Antipas. Em vez disso, ele foi executado em Jerusalém, na Judéia, sob o prefeito romano Pôncio Pilatos. Jesus pregava um igualitarismo radical tanto em níveis socioeconômicos (alimentação) como religioso-políticos (cura). Essa combinação de poderia ter levado à execução de Jesus. E, justamente, no território do romano Pôncio Pilatos. Sabemos que havia ressentimento popular contra Herodes Antipas pela morte de João. Assim, a morte de João, provavelmente, persuadiu Antipas a não agir contra Jesus.
Então chegamos a conclusão que, Antipas citado em Apocalipse, não é Herodes Antipas. Antipas citado em apocalipse (que significa contra tudo) é um personagem que viveu segundo os historiadores em um tempo depois do Cristo. As tradições originárias dentro da igreja cristã ortodoxa oriental, dizem que Antipas foi Bispo da igreja cristã em Pérgamo, e que ele teria sido avisado que todos estavam contra ele, e ele abruptamente respondeu: “Então, estou contra todos”. Desta forma Antipas foi queimado vivo em um buraco de um touro em que havia uma fogueira em seu ventre, porque Antipas recusou a renunciar à sua fé em Jesus Cristo. Nada mais se sabe de dados históricos a respeito desta pessoa.
ANTIPAS – Mártir de Pérgamo (#Ap 2.13)
2:13 – Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás, e que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha testemunha, meu fiel, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita.
Conheço o lugar em que habitas, onde está o trono de Satanás: Os cristãos em Pérgamo eram vizinhos do diabo! Jesus, sempre vigiando para ajudar o seu povo, sabia muito bem da circunstância difícil naquela cidade. Desde 29 a.C., foi o local de um templo dedicado a Roma e a Augusto (idolatria oficial do governo romano). Mais tarde, foram construídos outros templos para a honra dos imperadores Trajano e Severo. Além desses templos para o culto imperial, o povo de Pérgamo adorava outros “deuses”, tais como Zeus, Atena, Dionísio e Asclépio. Encontramos em Pérgamo uma mistura dos poderes do mal – religiões falsas e o poder oficial do governo romano. Enquanto seus vizinhos sacrificavam aos demônios (veja 1º Coríntios 10:19-20), os discípulos de Cristo reconheciam o único Deus como Senhor.
E que conservas o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas: Jesus elogia a perseverança dos cristãos de Pérgamo, que foram fiéis à fé de Jesus, mesmo sob perseguição intensa. A minha fé (a fé de Jesus) é a palavra de Cristo revelada aos homens (veja Judas 3). Antipas é mencionado somente aqui. Evidentemente foi um mártir, provavelmente da própria congregação em Pérgamo. Foi morto entre eles, na cidade onde Satanás habitava. Antipas se mostrou fiel até a morte (veja 2:10). Testemunha vem da palavra grega martus. É a mesma usada para descrever Jesus em 1:5. Com o tempo, passou a ser usada para identificar pessoas que morreram por seu testemunho de fé, e assim usamos a palavra mártir.
Espero que tenha lhe ajudado.
Abraços, fiquem com Deus.