Templo Central (Pq. Santa Fé, Messejana – Fortaleza, CE)
Arquivo de julho 2009
Gripe Suína – Perguntas e Respostas
20/07/09
livre para cópias e reproduções
Organização Mundial de Saúde
2 – Limpar completamente as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
3 – Evitar ficar perto de pessoas que possam estar com gripe;
4 – Reduzir o tempo gasto em aglomerações, se possível;
5 – Melhorar a ventilação do seu ambiente abrindo janelas;
6 – Praticar hábitos saudáveis, como sono adequado, alimentação nutritiva e praticar exercícios físicos. (Fonte:OMS, tradução de João Cruzué)
2 – Quando se deve usar a máscara cirúrgica?
Se você não estiver doente não deve usar máscara. Mas é fundamental usá-la quando estiver cuidando de alguém infectado. E descartá-la imediatamente assim que sair de perto dessa pessoa, bem como lavar várias vezes as mãos.
Caso esteja infectado com esta gripe, e for obrigado a viajar ou ficar perto de pessoas, você deve cobrir seu nariz e a boca.
O uso correto da máscara em cada situação é essencial. O uso incorreto, na verdade, leva ao aumento das chances de espalhar a doença.
3 – Qual a utilidade do álcool em gel para a limpeza das mãos?
Torna o vírus inativo se ele estiver nas mãos..
4 – Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?
Por contato, principalmente. A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão. O fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos). O vírus não voa. Não alcança mais de um metro de distância.
5 – É fácil o contágio em aviões?
O ambiente não é propício para ser infectado.
6 – Como posso evitar o contágio?
Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não ficar com pessoas com a gripe. Lavar as mãos ao menos 10 vezes por dia. Principalmente entre os dedos. Ao chegar no trabalho. Na escola. Em casa.
7 – Qual é o período de incubação do vírus?
Em média de 5 a 7 dias. Os sintomas aparecem quase imediatamente.
8- Quando se deve começar a tomar o remédio?
Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%. Atenção: sempre com receita médica.
9 – De que forma o vírus entra no seu corpo?
Por contato, ao dar a mão ou beijar no rosto. Pelo nariz, boca e olhos, ao ficar próximo a infectados que tussam, espirrem..
10 – O vírus é mortal?
Não, o que ocasiona a morte é pneumonia. Uma complicação da doença causada pelo vírus.
11 – Qual risco dos familiares de parentes falecidos com a gripe?
Podem ser portadores e uma rede de transmissão em potencial.
12 – A água de tanques ou de caixas transmite o vírus?
Não, porque contêm cloro e outras químicas.
13 – O que faz o vírus para provocar a morte?
Uma série de reações como deficiência respiratória. Uma pneumonia severa é o que ocasiona a morte.
14 – Quando se inicia o contágio: antes dos sintomas ou até que se apresentem?
Desde que se tenha o vírus, antes dos sintomas.
15 – Qual é a probabilidade de se recair com a mesma doença?
De 0%, (zero porcento) porque a pessoa fica imune ao vírus.
16 – As pessoas asmáticas são mais propensas ao contágio pelo vírus da gripe suína?
Sim, são pacientes mais suscetíveis. Mas como se trata de um germe novo, todos igualmente são suscetíveis.
17 – Qual população está sendo atacada por este vírus?
Pessoas de 20 a 50 anos de idade.
18 – Quanto tempo vive o vírus da gripe “suína” numa maçaneta ou superfície lisa?
Resposta: Até 10 horas.
19 – Posso fazer exercício ao ar livre?
Sim. O vírus não anda no ar nem tem asas.
20 – O uso da Vitamina C tem algum valor?
Ela não serve para prevenir o ataque. Pode ajudar na resistência imunológica. Não se auto medique. Siga as orientações do médico.
21 – Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?
Ninguém está a salvo. Por isso tome medidas preventivas, como a boa higiene dentro de lar, escritório, utensílios.
22 – O virus se move?
Não, o vírus não tem nem patas nem asas. A pessoa é quem o coloca dentro do próprio organismo.
23 – Animais de estimação são portadores deste vírus?
Deste vírus não. Provavelmente, contagiem outros tipos de vírus.
24 – Se eu for ao velório de alguém que morreu com a gripe suína posso me conta
giar?
Com o morto não. Com os vivos já contaminados, sim.
25 -Qual é o risco para mulheres grávidas?
Mulheres grávidas têm o mesmo risco para dois. Uso de remédios antivirais, em caso de de contagio, só com estrito controle médico.
26 – O feto pode ter lesões se uma mulher grávida estiver contagiada?
Não sabemos que estragos possam ocorrer no processo já que é um vírus novo.
27 Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?
Não é recomendável. Pode ocasionar outras doenças. A menos que você tenha prescrição médica, por problemas coronários.
28 – Adianta tomar medicamentos antivirais antes dos sintomas?
Não têm eficácia.
29 No caso da gripe “suína” pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., têm maiores complicações que uma pessoa sadia?
SIM.
30 – Uma gripe convencional, forte, pode se converter em gripe “suína”?
NÃO!
31 – O que mata vírus (H1N1) da gripe “suína”?
O sol. Mais de 5 dias no meio ambiente. O sabão. Álcool em gel. E antivirais com prescrição médica.
32 – O que é feito nos hospitais para se evitar contágios a outros pacientes não infectados pelo vírus?
Medidas de isolamento.
33 – O álcool em gel é efetivo para evitar o contágio?
SIM! Muito efetivo.
34 – Se eu fui vacinado contra a influenza estacional, também tenho imunidade ao vírus da gripe suína?
Não! Ainda não existe vacina disponível contra este vírus.
35 – O vírus da gripe “suína” está sob controle no Brasil?
Não totalmente, apesar das medidas agressivas de contenção efetivas pelas autoridades sanitárias.
36 – O que significa passar de alerta 4 para o alerta 5?
A fase 4 não difere muito da fase 5. Significa que o vírus se propagou de pessoa-a-pessoa em mais de dois países. E fase 6 quer dizer que um vírus se propagou para mais de 3 países.
37 – Crianças com tosse e gripe têm influenza A ou gripe “suína”?
É pouco provável, pois as crianças têm sido pouco afetadas.
38 – Posso me contagiar ao ar livre?
Desde que haja pessoas infectadas que tussam ou espirrem perto de você, é possível.
39 – Posso comer carne de porco?
Sim, porque não há risco de contágio.
Revisão de redação por João Cruzué
Dra. Ismênia Ferreira S. da Silva é advogada do depto jurídico da AHM – P. Município de São Paulo
Entrega parcial
11/07/09
Uma das coisas mais comuns na vida cristã é “entregar” constantemente os problemas a Deus e “esperar” os resultados desta atitude tão “segura”.
Colocar os termos “entregar, esperar e segura” entre aspas é uma atitude proposital por se tratar de um assunto que, embora pareça claro, apresenta incoerências nos sintomas observados em pessoas que, mesmo fazendo muito uso dos termos, ainda não conseguiram alcançar a verdadeira experiência de entregar, esperar e ter segurança. Isto é o que se define aqui como “uma entrega parcial”, ou seja, é o mesmo que “dizer” mas, não “fazer”.
É incrível como a confiança no ser humano atinge proporções incomparavelmente maiores do que aquela requerida pela Escritura, no que se refere a Deus. Mesmo nas coisas mais simples, podemos ser apanhados em nossa própria armadilha, tendo certeza acerca de pessoas, coisas, circunstâncias etc., que são, por si mesmas, incertas.
Deste modo, por exemplo, entregamos determinada quantia a alguém, confiamos que ele trará o que lhe foi pedido e, normalmente, esperamos tranquilamente que tudo se faça conforme o planejado. Seja em relação ao pão matinal, à conta a ser paga, à rotina normal de sair pela manhã e retornar depois, de se levar uma vida sem aquelas situações inesperadas etc.
Querendo ou não, podemos ser vitimados pelo que foi dito por meio do profeta Jeremias: “…: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparte o seu coração do SENHOR!” 17. 5.
Esta constatação se fundamenta no fato de orarmos diante de certas adversidades e “entregar” nas mãos de Deus mas, sofrendo de certa ansiedade sem saber “se”, “quando” e “como” Ele fará o que “esperamos”.
Uma “entrega pela metade” não é entrega, nem confiança, nem esperança. É o contrário de tudo isto. É ausência daquela fé genuína que promove descanso, paz e que o entendimento é incapaz de alcançar.
Nossa natureza é assim mesmo. Se podemos ver, tocar, sentir etc. parece que tudo fica mais fácil; por outro lado, se não vemos, não tocamos, não sentimos, se dependemos totalmente de crer, de depositar uma fé incondicional e irrestrita no que Deus nos diz, a hesitação bate à porta, espreita o coração humano, perturba a paz, gera insegurança, duvida da fé, contrariando princípios triviais que devem permear o relacionamento entre homem e Deus.
Está dito: “Entrega, confia e espera”. O que nos compete é simplesmente obedecer, ao mesmo tempo em que fazemos o que está ao nosso alcance.
Que Deus nos ajude a confiar de fato e de verdade em lugar de enganar a nós mesmos com uma espiritualidade superficial, sofrida, vazia, repleta de situações onde a angústia e a ansiedade ocasionadas pela inobservância da Palavra de Deus são fatores presentes na vida de muitos que se declaram fervorosos e crentes em Jesus Cristo.
Rev. Marcos Martins Dias
HAJA PACIÊNCIA
02/07/09
“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;”
Rm. 12 : 12
Embora a paciência seja um resultado da presença do Espírito Santo na vida do cristão, não é difícil perceber que o seu exercício tem se tornado um desafio cada vez maior diante de uma realidade onde o imediatismo tem ganhado destaque em diversos seguimentos do dia a dia.
O mais interessante é que, ao observar o versículo acima, o assunto não tem a ver com as coisas corriqueiras, ao que nos é comum, ao que faz parte do cotidiano de todos os mortais. A palavra de ordem é “ter paciência em meio às tribulações”. Como se pode notar, isto vem acompanhado de outros imperativos que apontam para a perseverança e a oração. Condições bastante óbvias para quem precisa aprender a ser paciente.
É, igualmente interessante, a maneira como não somente somos exigidos nesta área como também, perceptível ou imperceptivelmente, esperamos ser atendidos prontamente, pelas pessoas e por Deus, assim como cobramos e somos cobramos a obter resultados imediatos quanto às responsabilidades distribuídas entre nós, ignorando o sentido da paciência e nos utilizando de pretextos como: não podemos admitir o comodismo, é preciso sempre ter atitude, ainda não é a hora de Deus etc.
Pode haver exceções, sem dúvida; entretanto, se averiguarmos um pouco mais, poderemos constatar que estamos distantes de demonstrar paciência nas coisas mais comuns do nosso dia a dia. E, sendo assim, como poderemos obedecer ao imperativo de sermos pacientes em situações adversas?
Há décadas, Deus tem sido paciente comigo, perdoando minhas ofensas, concedendo-me novas oportunidades, fazendo-me favores e, sinceramente, haja paciência para tolerar a minha intempestividade o meu desejo de ver as coisas acontecerem no meu tempo, a meu modo e do meu gosto.
Não devemos nos esquecer que estamos lidando com um imperativo, com uma ordem. E, se conhecemos o significado de “esperança”, se nos prestamos ao favor próprio de dedicar tempo à oração, então estaremos menos distantes de alcançar o que nos é requerido, desfrutando gradativamente do amadurecimento de mais este precioso fruto do Espírito em nós: a paciência.
Que Deus nos ajude na busca por mais esta preciosa virtude, evidência de que somos legitimamente regenerados pelo poder do Espírito Santo.
Rev. Marcos Martins Dias