Templo Central (Pq. Santa Fé, Messejana – Fortaleza, CE)
Arquivo de maio 2009
O que vem depois da lei de "homofobia"
21/05/09
VOCÊ VAI PERMITIR? (¿Usted lo permitirá?)
Pastor Hector Muñoz Uribe – Concepción/Chile
Tradução de João Cruzué
O que você diria se um homossexual entregasse a “teu” filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que suas condutas [homossexuais] são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe inculcara que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?
Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um cursos, que inclui algumas “tarefas” como fazer um convite para um homossexual vir a sala de aula para que explique suas próprias experiências, ou pior ainda, efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?
E, que diria você se o Ministério da Educação (do Chile) outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?
Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de liberación homossexual [do Chile] e financiado pelo governo socialista de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja Capital é Mérida) e pelo “Movimiento homosexual Triángulo”, também da Espanha.
Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª séria do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de oferecê-lo gratuitamente em página da WEB.
Seu objetivo é acostumar aos meninos, e entre eles pode estar “teu” filho, com as condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.
Mas este “manual” não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu “processo de auto-conhecimento” se deve destruir a “homo-transfobia-interiorizada”, acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais trataram de convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.
Posteriormente lhes mostra, nesse processo de “auto-conhecimento”, que poderão ter experiências “de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomenda, a “saída do armário”, ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.
Segundo o “manual”, a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes.
O “manual” explica aos meninos que “o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto “não conclusivo”.
A consequência é que “teu” filho, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da “normalidade” de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.
Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola “Triangulo” de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adção de crianças por parte desses “casais”.
Mas o objetivo do Movimento de homossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação – 0 do Chile – incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está “fazendo as vezes” do MEC-Chileno.
Afirma o “Movilh” que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as nas províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação ( CNN Chile, 18 de abril, 2009)
Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile “encampe” este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do “Movilh” é precisamente o governo do Chile.
Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile há deu as “boas-vindas” a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhante que aconselhava aos meninos: “Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça”. Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio” (Cambiando de Piel” – edição “La morada” 1997)
Pense um pouco em “teu” filho, ou em “tua” netinha. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são “intrisicamente desordenadas” ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.
Resistirá?
Este “manual” é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes.
E não pense que se você os matricular em um colégio cristão estarão a salvo desta influência. O “manual” foi redigido graças a uma “experiência piloto” realizada em vários colégios, entre os quais, o “Alma Matar” e o “Monsenhor Enrique Alvear”, que dizem ter uma orientação católica.
É necessário e urgente exercer uma pressão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este “manual” tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação contra esta campanha de pervertimento de nossos filhos, poderá por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais.
As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Extracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.
Por esta razão, é urgente que você faça chegar agora mesmo seu protesto a Senhora Ministra e re-envie este e-mail a todos seus conhecidos. Envie agora mesmo seu protesto. E-mails e cartas o mais que puder. Que o Chile se informe da verdadeira realidade.
Email recebido do Pastor Hector Muñoz por João Cruzué, via Facebook.
Original em espanhol: Blog Mirar Cristiano
Discordando de Deus
16/05/09
“não atende a ninguém, não aceita disciplina, não confia no Senhor, nem se aproxima do seu Deus.” Sf. 3.2
O modo como se aborda a respeito das manifestações teofânicas ao longo da história, por diversas vezes deixa a impressão do desejo de fazer parte do quadro e, não somente contemplar os momentos maravilhosos em que Deus falou clara e diretamente ao Seu povo mas, também dá a impressão que a nossa disposição para a pronta obediência a tudo quanto Ele disse é incontestável. Entretanto, embora se concorde que o Senhor continue falando através dos séculos, parece que a inclinação para tomar rumos diferentes daqueles apontados por Ele retratam uma realidade presente, a qual também seria observada mesmo diante dos impactos causados por Suas incontáveis manifestações sobrenaturais.
As condições dos judeus no contexto do cativeiro babilônico são uma demonstração concreta da tendência humana em fazer sua vontade prevalecer contra Deus e Seus mandamentos, mesmo sofrendo duramente o preço desta atitude tão insana, considerando que aceitando ou não, concordando ou discordando, é como diz o profeta Daniel: “Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem dizer: Que fazes?” (Dn. 4. 35).
Moisés teve audácia suficiente para discordar de Deus. Jeremias também o fez ao considerar-se inabilitado quando foi chamado. Jonas, juntou seus pertences e demonstrou sua discordância seguindo para Társis e, dentre tantos outros exemplos, não apenas um homem mas, todo o povo fez mais do que ignorar os caminhos apontados por Deus. Suas decisões caracterizam um comportamento de franca rebeldia e insistência em permanecer em caminhos moldados segundo os ditames de sua própria consciência.
Creio que, apesar das diferenças ocasionadas pelo tempo e espaço que nos separam desta realidade jamais esquecida, cada dia que passa, cada movimento que surge, cada declaração feita acerca de Deus, cada atitude demonstrada pela igreja hodierna, retratam um comportamento de semelhante discordância de Deus e de Sua vontade na medida que se “determina”, “toma-se posse”, “enfatiza-se determinadas promessas descontextualizadas”, “estabelece-se quando, onde, como e em quem Deus fará isto ou aquilo”, dentre tantas outras anomalias geradas pelo mesmo mau que anulou a sensibilidade dos judeus e que os subjugaram a uma dura disciplina que marcou época e jamais será esquecida.
Podemos optar por seguir o mesmo destino cruel e amargar a ação disciplinadora de Deus sobre nós ou admitir que, embora pensemos conhecer Deus e Sua vontade, podemos estar tomando uma direção completamente oposta ao que se espera de nós quanto a permanecermos dentro dos padrões divinos, revestidos de Sua aprovação, bênção e direção em tudo quanto realizarmos.
Busquemos a humildade necessária para refletir sobre isto e investirmos num relacionamento de concordância com a vontade de Deus para nossa vida.
Incredulidade na FAMÍLIA
13/05/09
“porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém agora, são santos.” I Co. 7. 14
Quando nos deparamos com tanta gente querendo mudar o mundo, assustada com os desequilíbrios crescentes que se apoderam da sociedade, tem-se a impressão que os lares cristãos estão perseverando na luta contra toda impiedade a qual, começando por indivíduos, passando pelas famílias e atingindo a sociedade, permanece encontrando um oponente à altura, estando, portanto, impedida de causar maiores estragos do que o que se pode constatar.
No entanto, quando a análise que se faz está revestida da credibilidade que qualifica o cristianismo, começando por avaliar a nós mesmos, nossos lares e nossas igrejas, é possível que não encontremos a força necessária para combater todo o pecado que se avulta continuamente, destruindo vidas, famílias e até mesmo igrejas inteiras, anulando qualquer possibilidade de ser crente de fato.
Compreenda-se que isto não é uma afirmação de que “as portas do inferno prevalecerão contra ela”. Esta realidade é irrefutável, provém do Senhor da igreja e garante que, ainda que o amor de “quase todos” se esfrie, um remanescente será preservado e cumprirá o seu papel, sempre influenciando o meio em que vive.
O ponto que destaco nesta reflexão tem mais a ver com o cuidado que se deve ter de considerar-se imune aos danos que a incredulidade pode causar individual e coletivamente, com ênfase no contexto familiar.
Não se refuta a realidade que onde o crente é plantado, o mínimo que se espera é que sua presença promova diferença. O texto em epígrafe é muito claro a este respeito. A preocupação diz respeito à atitude de reivindicar os benefícios relativos à santificação tratada aqui, em detrimento de observar criteriosamente o comportamento que faz a diferença entre crente e incrédulo.
Sem qualquer dificuldade, qualquer um saberá afirmar que o vocábulo “crente” não é sinônimo de santidade. Afinal, ao isolar o termo do contexto em que está inserido no caso de I Co. 7, a palavra pode ser definida de muitas maneiras e, neste caso, é possível que haja muitos arrolados em igrejas compostas por “crentes” e que, no entanto, em matéria de convívio familiar, perdem para muitos que ainda não experimentaram as típicas mudanças resultantes de uma legítima conversão, comprometendo assim o padrão que se deve manter quanto ao trato a ser dispensado à esposa, ao marido, aos filhos, aos pais etc., a qualidade de vida que deve ser mantida em cada lar cristão.
Roguemos a Deus que nos ajude a ser instrumentos de bênçãos em nossos lares e que nos livre de maquiar a verdade, usando uma máscara para dar a impressão de que tudo está bem em nossa família e, por isso, podemos proceder com autoridade diante daqueles cuja família sofre diante da força implacável com a qual o pecado tem rompido muitos laços fraternos e, consequentemente, gerado uma sociedade decadente e corruptora na medida que causa estragos constantes e crescentes em cada casa onde a igreja deveria se fazer presente.
UMA EPIDEMIA QUE NÃO CAUSA PÂNICO
04/05/09
“nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” II Co. 4.4
O mundo já enfrentou muitas epidemias ao longo de sua história, das quais a mais recente é a tão divulgada “gripe suína” e, diante da sua força letal, grandes mobilizações já foram feitas a fim de conter sua proliferação e erradicar o problema, utilizando-se de variadas formas para um combate intenso e contínuo até que todos possam se sentir seguros e protegidos da terrível ameaça mundial.
Lembro-me de outras ocasiões em que grupos se uniram em prol de causas comuns como na época em que consagrou-se a famosa canção “We are the World”, composta para ajudar no combate a fome da África.
Sem dúvida nenhuma, não há que se questionar que estamos lidando com atitudes louváveis e necessárias. A própria igreja é favorecida por meio destas ações que não tem como principal motivação o fator religioso. Entretanto, sem alardes, sem qualquer pânico, a principal epidemia que atingiu toda a raça humana de todas as gerações, permanece ganhando terreno, promovendo estragos sem precedentes e arruinando com o presente e o futuro de uma grande multidão.
Infelizmente, apesar dos constantes apelos da igreja, a cegueira impede que este grande mal seja conhecido e combatido de maneira eficaz, contribuindo para que se viva cada dia de maneira tranquila, ainda que os danos sejam perfeitamente visíveis, a condenação eterna seja cruel, inevitável e iminente.
A insensibilidade justifica a ausência de pânico em detrimento do pandemônio estabelecido desde a queda em todos os seguimentos da sociedade, resultante da contaminação que afetou todas as faculdades humanas.
Embora seja lamentável saber que esta realidade é de caráter irreversível para uma grande maioria da população mundial, a igreja precisa perseverar em sua tarefa de provocar o impacto necessário levando o pecador ao desespero para que este, por sua vez, corra em direção a Cristo em busca de conter o mais temível de todos os males que o mundo já enfrentou.
É preciso que cada cristão se certifique que está desempenhando adequadamente o seu papel na divulgação desta terrível enfermidade e da Única solução para o problema enquanto há tempo para resgatar os que ainda podem ter seus olhos abertos e a consciência de que são pecadores e necessitados da cura que procede de Deus.
Fazendo isto, estaremos experimentando o verdadeiro sentido de nossa existência e contribuiremos para que muitos sejam poupados de se deteriorarem plena e definitivamente pelos danos que o pecado ainda pode causar.
Que Deus nos ajude nesta grande e difícil tarefa.
O nosso Deus mudou?
01/05/09

Calma, não irei muito afundo pois não me sinto preparado para tal.
Não sei se todos sabem, mas recentemente voltei para a igreja e como eu disse voltei e se voltei é porque eu já estive.
Percebi a mudança em que aconteceu no meio do povo cristão, fiz uma pequena comparação do meu primeiro contato com Cristo com esse momento no qual estou vivenciando agora. Irá parecer algo sem nexo para uns mas para outros não.
Percebi que Deus esta trabalhando de um modo diferente, antes Deus usava os mais velhos e aqueles que ja tinham certo tempo na igreja, eu mesmo presenciei muitos que batalharam para receber o batismo no ESPÍRITO SANTO, e hoje percebo que tudo mudou, aqueles que viviam no mundo, que eram mesmo “desmantelados” estão sendo reformados, ungidos e batizados com o espírito, até mesmo aqueles que ainda não desceram as águas.
Deus esta mostrando seu poder e somente aquele que não quer, não vê. Eu graças a Deus estou bem e hoje Deus me usou, me mostrou que o brinco que eu usava (brinco no qual eu coloquei no meio de bebedeiras e curtições da carne) era minha aliança com o demonio e que eu ainda não estava sendo usando pois ainda possuía uma aliança com o maior destruidor de vidas, no instante que ele abriu meus olhos retirei o brinco e entreguei para o irmão que estava sendo usado pelo espírito santo naquele momento e o irmão entregou a Israel (um jovem abençoado com o espírito santo). Israel naquele momento me disse: “Roni e irmãos, isso(brinco) não é nada para o homem, isso não vale nada, mas para Deus, Roni, isso é a aliança que você fez com Ele. Muitos falarão, esse não dura muito tempo na igreja, esse é apenas mais um, vai sair logo, não vai ficar. Fique sabendo meu irmão, que você vai ouvir isso, mas você vai mostrar a todos que você é vencedor e que todos estão enganados”. Isso pra mim foi tão confortante, mas voltando ao titulo, nosso Deus mudou a forma de trabalho, ele esta usando a juventude, e jovem esse é o momento, é o momento de se chegar ao Pai e mostrar para todo mundo que você não é apenas mais um, você é um vencedor!
Antigamente, não muito distante, pois tenho apenas 22 anos, a igreja era diferente, Deus como falei anteriormente usava os mais velhos, as senhoras, os obreiros, os pastores, e naquele tempo eu nunca tinha me sentindo tão bem como me senti hoje no meio dos jovens, no meio daquele fogo, mas um fogo verdadeiro, fogo que queima trazendo benção e paz, um conforto na alma, e a certeza de que tudo que você espera ter você terá.
Eu fugi um pouco do titulo, mas fica pra você a pergunta.
O nosso Deus mudou?
Post publicado no meu blog: ronis.com.br