Assembleia de Deus

Templo Central (Pq. Santa Fé, Messejana – Fortaleza, CE)

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Mudança de servidor.

16/08/10

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

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Após muitos meses sem uma atualização se quer, estamos aqui para pedir desculpas por este incidente. Infelizmente ele irá se repetir até encontrar-mos um novo blogueiro no meio dos membros.

O nosso site acabou de passar por uma mudança de servidor, e aconteceu que perdemos alguns posts e imagens, isso é ruim, mas não vamos abandonar o blog por esse motivo e por isso em breve estaremos de volta com muito mais informação para os irmãos.

Desde já, abraços, e sujestão de pauta ta valendo. A Paz do Senhor a todos.

Mudança, Notícias, Servidor

Razões porque a Igreja Universal do Reino de Deus não pode ser considerada evangélica.

21/05/10

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

5 comentários

Tenho absoluta certeza que se o reformador alemão Martinho Lutero fosse vivo estaria na linha de frente contra os ensinamentos espúrios da Igreja Universal do Reino de Deus. Isto afirmo baseado no fato de que tudo aquilo que os reformadores lutaram como, superstição, misticismo, idolatria, venda das indulgências, autoritarismo papal, está indubitavelmente enraizado na igreja “macediana” .

Acredito piamente que o Catolicismo Romano do século XVI possui similaridades interessantíssimas com a Universal do Reino de Deus, até porque, ambos fundamentam suas doutrinas e comportamentos em três pilares, as Escrituras Sagradas, a tradição e autoridade apostólica papal. Na verdade, tanto católicos como os seguidores de Edir Macedo não consideram na prática a Bíblia como única e exclusiva regra de fé. Isto porque, para ambos os movimentos, a tradição bem como a experiência adquirida com o sagrado, possuem um enorme peso na consolidação de suas doutrinas. Junta-se a isso, o fato de que as duas correntes possuem em suas estruturas eclesiásticas lideres papais, cuja autoridade apostólica é inquestionável. Além disso, ambos mercantilizam a fé, comercializando as benesses divinas, oferecendo aos fiéis objetos sagrados que possuem em si poder suficiente para operar milagres.

Quanto à práxis litúrgica os “macedianos” faze-nos por um momento pensar que regressamos aos tenebrosos dias da idade média, onde como no século XVI, a manipulação religiosa se faz presente mediante bispos e pastores que em nome de Deus estabelecem doutrinas que se contrapõem a Palavra revelada do Senhor.

Tanto o Catolicismo Romano como o evangelho pregado pela IURD entendem que as bênçãos de Deus não são frutos de sua maravilhosa graça, mais sim, conseqüência direta de uma relação baseada na troca ou no toma-lá-dá-cá. Neste contexto, tudo é feito em nome de Deus e para se conseguir a benção é absolutamente necessário pagar e pagar alto! Nesta perspectiva tudo se vende, desde o sal grosso até pequenos frascos contendo água do Rio Jordão.

Por favor, responda sinceramente: Qual a diferença da oferta extorquida do povo sofrido nos dias atuais pra venda das indulgências da idade média? Qual a diferença dos utensílios vendidos no século XVI, para os que comercializados em nos templos da IURD?

Caro leitor, isto posto afirmo que a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma Igreja protestante ou evangélica. A sua teologia é sincrética, antropocêntrica e demoníaca. Além disso, ela não possui nenhuma relação teológica ou confessional com as expressões da Reforma, antes pelo contrário, seus ensinamentos contrapõem-se as doutrinas da ortodoxia evangélica. Afirmo também que a IURD constitui-se em uma seita e que de forma cruel tem disseminado um evangelho absolutamente diferente do Evangelho da Bíblia.

Pense nisso!

Renato Vargens

Para Pensar

A FORMAÇAO INTEGRAL DO PROFESSOR DE EBD

28/12/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

1 comentário

INTRODUÇÃO

A Bíblia é a Palavra de Deus enviada aos homens. Nela, encontramos a Didática divina, desde o Velho Testamento até o Novo Testamento. Com Jesus Cristo, encontramos a perfeição do ensino , em seus discursos, nas parábolas, nas interrogações, nos diálogos e na prática de sua doutrina.

O professor da EBD, além de ser uma pessoa dedicada ao ensino, precisa ter uma formação mais ampla, para que possa atender às demandas, na igreja local, por parte de um alunado cada vez mais exigente, em termos de conhecimento e cultura, sem perder a visão de que é um servo de Deus, que necessita dramaticamente da graça de Deus e da unção do Espírito Santo, para cumprir bem sua tarefa, no novo milênio. Neste trabalho, esperamos contribuir para o entendimento desse tão importante tema para o papel do professor da EBD.

I – O PREPARO BÍBLICO-ESPIRITUAL (1 Tm 2.15)

1. APRESENTADO-SE A DEUS . “Procura apresentar-te a Deus…” (v.2). Tudo o que fazemos deve ser como para Deus e não aos homens (Cl 3.23).

2. “COMO OBREIRO APROVADO, QUE NÃO TEM DE QUE SE ENVERGONHAR” O professor da EBD é um obreiro a serviço do ensino na Casa do Senhor. Precisa ser aprovado:

1) No testemunho pessoal (1 Tm 4.16; 2 Tm 4.5)

2) Na vida familiar (Sl 128.1)

3) Na vida social (Mt 5.16)

4) Na igreja (Ec 5.1,2)

Tiago adverte que muitos não queiram ser mestres (professores), visto que “receberemos mais duro juízo” (Tg 3.1).

3. “QUE MANEJA BEM A PALAVRA DA VERDADE”.

Este é um ponto fundamental. Um obreiro que evangeliza, como Timóteo, precisa saber manejar a Palavra. Um obreiro que ensina precisa mais ainda desse manejo. Quem ensina é professor, é mestre. “Deus deu uns para apóstolos….e outros para pastores e doutores” (Ef 4.11). Para ter esse manejo, é preciso que o professor tenha certos cuidados:

1) Seja um leitor persistente e estudioso da Bíblia (1 Tm 4.13)

2) Seja dedicado ao ensino (Rm 12.7b).

3) Seja um leitor de bons livros de estudo bíblico (2 Tm 4.13).

4) Procure conhecer versões variadas da Bíblia, principalmente as de estudo bíblico (Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD); Thompson (Ed. VIDA).

5) Utilize dicionários, concordâncias e enciclopédias bíblicas.

6) Seja um leitor de revistas, jornais, e periódicos (evangélicos e seculares).

II – O PREPARO TEOLÓGICO.

Embora não seja indispensável, seria interessante que o professor da EBD, tendo condições, fizesse um Curso Teológico. Nele, não se faz um excelente professor da EBD pois este é feito por Deus. Contudo, o curso dá uma visão ampla do estudo sistemático da Palavra de Deus, a partir da Teologia Sistemática e suas divisões; da Hermenêutica, da Homilética, da História da Igreja, da Geografia Bíblica, Ética Pastoral, Didática, Psicologia, etc…

A Bíblia diz: “Examinai tudo. Retende o bem…” (1 Ts 5. 21). Os que criticam o estudo da Teologia, hoje, certamente o fazem, motivados por um falso complexo de superioridade, ou por ignorância quanto à sua utilidade para o ministério do ensino na casa do Senhor.

III – O PREPARO DIDÁTICO DO PROFESSOR DA EBD

1. CONCEITOS

1.1. DIDÁTICA. “A técnica de dirigir e orientar a aprendizagem; técnica de ensino”; “O estudo desta técnica”. (Dic. Aurélio). “É a ciência, a arte e a técnica de ensinar”. Como ciência, baseia-se em princípios científicos, chamados de “leis do ensino”; como arte, envolve a prática e a habilidade em comunicar conhecimentos; como técnica, utiliza métodos e recursos que facilitam o processo ensino-aprendizagem.

1.2. ENSINAR. Segundo GRIGGS (P. 16), “Ensinar não é somente uma ciência, mas, também, uma arte. O professor é mais um artista do que um cientista”.

1.3. EDUCAÇÃO. “Podemos dizer que a educação é um processo contínuo de desenvolvimento e aperfeiçoamento da vida”.(EETAD, p. ); GREGORY (p. 11,12) vê dois conceitos de educação: “Primeiro, o desenvolvimento das capacidades; segundo, a aquisição de experiência”. “É a arte de exercitar e a arte de ensinar”. Com isso, o resultado esperado é “uma personalidade bem desenvolvida física, intelectual e moralmente, com recursos tais que tornem a vida útil e feliz, e habilitem o indivíduo a continuar aprendendo através de todas as atividades da vida”.

1.4. EDUCAÇÃO CRISTÃ. É o processo de ensino-aprendizagem proporcionado por Deus, através de sua Palavra, pelo Poder do Espírito Santo, transmitindo valores e princípios divinos. É diferente da educação secular, que só transmite instruções e conhecimentos, deixando de lado os valores éticos, morais e espirituais. Por isso, a base da Educação Cristã é a Bíblia Sagrada. O professor da EBD tem grande responsabilidade, na sua tarefa, de contribuir para a educação de tantas vidas que se colocam, na classe, para ouvi-lo.

1.5. EDUCAÇÃO RELIGIOSA. “…é um programa de ensino bíblico, cuja finalidade visa à integração da pessoa na igreja, seu desenvolvimento espiritual e maturidade cristã” (Diretrizes da Ed. Religiosa nas Assembléias . de Deus, p. 1). A educação religiosa é desenvolvida:

1) NA IGREJA (No ministério pastoral)

2) NA ESCOLA DOMINICAL

3) NO LAR (Culto Doméstico, atitudes, exemplo dos pais, etc.)

1.6. PEDAGOGIA. “Teoria e ciência da educação e do ensino; conjunto de doutrinas, princípios e métodos de educação e instrução que tendem a um objetivo prático” (Dic.). “…é a arte e ciência de ensinar e educar ” (GILBERTO, p. 152). Enquanto a Didática (prática) se volta para o ensino propriamente dito, a pedagogia volta-se para a Educação (Ciência, doutrina).

Pode-se dizer que o ESTUDO DA DIDÁTICA envolve todo o processo do ensino-aprendizagem. Nele, estudam-se o Planejamento do Ensino, a definição de objetivos, métodos e técnicas, meios auxiliares de ensino, avaliação, etc…

2. O PAPEL DO PROFESSOR NAS IGREJA

Sendo a Didática a arte e a técnica de transmitir o ensino ou os conhecimentos, o professor tem papel fundamental, no sentido de “estimular, dirigir e auxiliar a aprendizagem…”(CGADB, P. 11). O Professor cristão deve ser um instrumento nas mãos do Espírito Santo, para transmitir a Palavra de Deus. Jesus disse: “Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo” (Mt 19.28).

Segundo GRIGGS (p. 18-20), o professor cristão deve ser amigo, procurando relacionar-se bem com os alunos; deve ser intérprete, traduzindo para os alunos aquilo que lhes é ensinado; planejador, procurando adaptar as lições, os currículos às necessidades dos alunos; aprendiz, estando disposto a colocar-se no lugar dos que querem sempre aprender mais para ensinar melhor.

Além disso, o professor cristão deve ser um EXEMPLO para seus alunos. “Assim falai, assim procedei…” (Tg 2.12). Na escola secular, o professor pode ser um mero transmissor de conhecimentos. Na Igreja, é diferente. O professor tem que ser didático e exemplar.

3. ATITUDES DO PROFESSOR DA EBD

O professor, na igreja, precisa ser “…APTO PARA ENSINAR” (2 Tm 2.24), precisa ser uma pessoa DEDICADA AO ENSINO (Rm 12.7) e, como OBREIRO, precisa apresentar-se “…a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade” (2 Tm 2.15).

1) Orientador das mentes e vidas dos alunos;

2) Entusiasmado, sincero, humano e otimista;

3) Atualizado, não só em termos do que ensina, mas de outras áreas;
/>4) Não fugir do assunto da lição, contando “testemunhos” e estórias para passar o tempo;

5) Enriquecer a lição com fatos novos;

6) Não ler simplesmente a lição diante da classe; seguir o roteiro, comentando e dando oportunidade aos alunos para se expressarem;

7) Não confiar no improviso; deve ler e PREPARAR a lição com antecedência, conferindo com a Bíblia.

8) Pontual e assíduo, para não decepcionar os alunos;

9) Ao final de cada aula, sempre fazer a avaliação (perguntas, testes, etc..)

4. COMO O PROFESSOR DEVE VER O ALUNO

Nas igrejas, é comum o ensino tradicional em que o ALUNO NÃO É O CENTRO do ensino. É por isso que muitos alunos iniciam o ano na Escola Dominical, mas, 3 meses depois, não vão mais à EBD.

É importante que o professor entenda que é um instrumento de Deus a serviço da formação espiritual dos alunos. Estes devem ser o alvo do ensino, e não o professor.

IV – O EXEMPLO DE JESUS COMO PROFESSOR

O Mestre Divino deixou-nos os seguintes exemplos (Manual da EBD, p 165-6):

a) Conhecia a matéria que ensinava (Lc 24.27);

b) Conhecia seus alunos (Mt 13; Lc 15.8-10; Jo 21);

c) Reconhecia o que havia de bom em seus alunos (Jo 1.47);

d) Ensinava verdades bíblicas de modo simples e claro (Lc 5.17-26; Jo 14.6);

e) Variava o método de ensino conforme a ocasião e o tipo de ouvintes, como se pode ver a seguir:

1) Lições práticas (Jo 4.1-42) – falou da água para atrair a mulher samaritana;

2) Pontos de contato (Jo 1.35-51): o relacionamento entre André, João, Pedro, Filipe e Natanael;

3) Solução de problemas (Mt 22.15-21). Pediu uma moeda e questionou os deveres para com Deus e as autoridades.

4) Técnica de perguntas. Jesus fez mais de cem perguntas para levar as pessoas a entender sua mensagem.

5) Parábolas. O Mestre utilizou grandemente o recurso das parábolas para evidenciar as verdades eternas.

6) Oportunidades (Mt 26.17-30; Jo 13.1-20). Ele aproveitou a ocasião da Páscoa, e lavou os pés dos discípulos para ensinar sobre sua morte e sobre a humildade do servo.

7) Trabalho em grupo (Mt 5 a 7; Jo 14 a 17). Tanto pregava a grandes grupos (as multidões) como a pequenos grupos (os discípulos); na casa de Lázaro, Marta e Maria, etc.

Ele levava o discípulo a aprender a resolver problemas. Na multiplicação dos pães, Ele disse: “Dai-lhes vós de comer…” (Lc 9.13a). Ele não trabalhava só. Valorizava o GRUPO. Formou um grupo de 12 discípulos para fazer o trabalho com Ele. Incentivava os discípulos a praticar o aprendizado. Enviou 12, de dois em dois; depois, enviou 70, de dois em dois.

V – OS OBJETIVOS DO ENSINO NA IGREJA

De acordo com GILBERTO (P. 153-4), os objetivos do ensino bíblico são:

1) O aluno e suas relações com Deus (Is 64.8);

2) O aluno e suas relações com o Salvador Jesus (Jo 14.6);

3) O aluno e suas relações com o Espírito Santo (Ef 5.18);

4) O aluno e suas relações com a Bíblia (Sl 119.105);

5) O aluno e suas relações com a Igreja (At 2.44; Ef 4.16);

6) O aluno e suas relações consigo mesmo (Fp 1.21; 3.13,14);

7) O aluno e suas relações com os demais alunos e com as demais pessoas (Mc 12.31).

VI – A DIDÁTICA, OS MÉTODOS E AS TÉCNICAS DE ENSINO NA IGREJA

1. MÉTODOS DE ENSINO

A palavra método vem do grego, méthodos, com o significado de “caminho para chegar a um fim”; … “processo ou técnica de ensino” ; “modo de proceder; maneira de agir” . (Dic. Aurélio) . Na prática, os métodos envolvem as técnicas, como forma de operacionalizá-los.

Nas igrejas, de modo geral, os métodos de ensino da Palavra de Deus continuam sendo os mais tradicionais, predominando do MÉTODO EXPOSITIVO. Este, com a unção de Deus, tem efeitos extraordinários no aprendizado. Contudo, outros métodos e técnicas podem ser utilizados nas igrejas, desde que haja condições para isso (pessoal qualificado, recursos materiais, espaço , etc..).

De acordo com a Didática, podemos resumir os métodos de ensino em três tipos:

1.1. Métodos de ensino individualizado:

“A ênfase está na necessidade de se atender às diferenças individuais, como por exemplo ritmo de trabalho, interesses, necessidades, aptidões, etc.”. Predominam as atividades individuais (de estudo e pesquisa).

Como exemplo, temos as seguintes técnicas:

- Instrução programada (precisa de objetivos definidos, apresentação em pequenas etapas e em seqüência lógica, participação ativa do aluno, o aluno estuda em seu próprio ritmo; bom para um curso bíblico básico.

- O estudo dirigido: leva o aluno a aprender a estudar, Ter bons hábitos de estudo, explora o pensamento reflexivo; bom método para estudo da lição da EBD, quando o professor pode trabalhar com a turma, passando exercícios para o Domingo seguinte.

- O ensino por fichas: exige muito trabalho, pois há pelo menos 5 (cinco) tipos de fichas (Ficha de informação, ficha de exercício, ficha de controle, ficha de recuperação e ficha de desenvolvimento) . Na EBD pode ser simplificado, com a distribuição de fichas, com tópicos da lição, numa classe pequena: ficha de informação, com o assunto a ser estudado, ficha de exercício e ficha de avaliação (exige mais trabalho do professor), ou uma ficha única, com informação, exercício e avaliação ;

– O ensino por módulos: nesse método são definidos três elementos; 1) Objetivos educacionais; 2) ensino individualizado e 3) avaliação baseada nos objetivos definidos.

1.2. Métodos de ensino socializado.

Fundamentam-se na chamada “Dinâmica de Grupos”. Visa fortalecer a personalidade do aluno, no trabalho em grupo, dando-lhe capacidade para se integrar na comunidade, na vida coletiva. Os grupos não devem ser muito grandes. (4 a 7 alunos). Os alunos recebem uma tarefa de estudo, e o professor exerce o papel de orientador e supervisor.

- Técnicas de trabalho em grupo:

Algumas técnicas grupais podem ser bem aproveitadas nas classes da EBD:

1) Discussão em pequenos grupos: troca de idéias e opiniões sobre um tema em função da doutrina bíblica: ex. o pecado é o mesmo em todos os países? ; o aborto é justificável em algum caso? (de estupro, por exemplo?).

2) Discussão dirigida: um problema pode ser apresentado pelo professor e todos os alunos o discutem, sob sua orientação. Ex. Qual o papel das obras para em relação à salvação? Os usos e costumes devem ser preservados? A participação do crente na política, etc.

3) Dramatização. Tem grande efeito na EBD. Uma classe pode preparar uma dramatização sobre o assunto da lição. Por ex. O clamor dos povos não-alcançados (missões); o valor do perdão; o bom Samaritano, etc.

4) Seminário. Uma vez a cada período, para jovens e adultos, ao invés de haver classes separadas, pode haver um seminário para o grupo maior, permitindo-se exposição, seguida de perguntas e respostas sobre o assunto da lição;

5) Painel de debates. Um assunto polêmico pode ser apresentado por pessoas que conheçam bem o tema, e , depois, os alunos podem emitir suas opiniões, sob a coordenação do superintendente da EBD ou de outra pessoa apta para o uso dessa técnica.

Nas igrejas, é comum o ensino tradicional, embora já existam iniciativas e práticas do ensino mode

rno. Interessante é notar que JESUS usava métodos e técnicas avançados de ensino. Ele levava o discípulo a aprender a resolver problemas. Na multiplicação dos pães, Ele disse: “Dai-lhes vós de comer…” ( Mt 14.16b). Ele não trabalhava só. Valorizava o GRUPO. Formou um grupo de 12 discípulos para fazer o trabalho com Ele. Incentivava os discípulos a praticar o aprendizado. Enviou 12, de dois em dois; depois, enviou 70, de dois em dois (Lc 10.1).

1.3. Métodos de ensino sócio-individualizado

Os estudiosos entenderam que o método individualizado e o socializado, utilizados com freqüência, poderiam levar à monotonia.

Os métodos sócio-individualizados procuram usar com equilíbrio o ensino individualizado e o socializado, visando “balancear a ação grupal e o esforço individual no sentido de promover a adaptação do ensino ao educando e o ajustamento desta ao meio social” (Vilarinho, p. 79).

As técnicas desse método são, basicamente: a) Método de projetos; b) método de problemas; c) unidades didáticas; d) unidades de experiências e) a pesquisa como atividade discente.

Na EBD, os métodos de problemas e pesquisa como atividade discente são os mais aplicáveis.

Vale salientar que há diversas técnicas de ensino que podem ser utilizadas, na EBD, sem que sejam necessários gastos excessivos. O mais importante é a “DEDICAÇÃO AO ENSINO” (Rm 12.7b) sob a unção do Espírito Santo. As carências e deficiências podem ser compensada com a graça de Deus.

3. OS MATERIAIS (MEIOS) AUXILIARES DE ENSINO

São recursos utilizados pelo professor, na execução de um método ou técnica de ensino, visando “auxiliar o educando a realizar sua aprendizagem de modo mais efetivo”… “um instrumento para a consecução dos objetivos traçados” no plano de aula. São os recursos audiovisuais.

Nas igrejas, o ensino é preponderantemente expositivo. O professor fala e os alunos escutam. Há obreiros que não admitem o uso de audiovisual no templo. De modo geral, pouco uso se faz dos meios ou materiais auxiliares do ensino. Com isso, a qualidade do ensino tende a ficar aquém do desejável, pois a mensagem é transmitida de modo inadequado. A pregação pode ser somente expositiva e alcançar o objetivo, pela unção do Espírito Santo. O ensino, no entanto, deveria valorizar mais os meios materiais.

Os materiais auxiliares são variados, e podem ser utilizados de acordo com as condições de cada igreja local. Dentre esses, temos

- régua, lápis, borracha, giz, pincéis, massas, tesouras, cartolina , agulha, tecido;

- cartazes, álbum seriado, slides, filmes, fotografias, fluxogramas;

- livros, revistas, dicionários, textos;

- discos, CD´s, fitas cassete, gravadores, rádio, globos, flanelógrafo, quadro de pregas, transparências, retroprojetores, monitor de vídeo, projetor de multimídia, computador, etc.

- Os meios auxiliares de ensino podem ajudar na transmissão didática do ensino, com as seguintes vantagens (EETAD, p. 87):

– Ajudam a captar a atenção;

– Ajudam a manter o interesse;

– Ajudam a aclarar as idéias;

– Ajudam a reter a aprendizagem.

Um provérbio chinês diz: “O que eu ouço, esqueço; o que eu vejo, lembro; se eu faço, aprendo”.

Estudiosos afirmam que a aprendizagem ocorre por meio dos cinco sentidos:

- 1 % pelo paladar;

- 1,5% pelo tato

- 3,5% pelo cheiro

- 11 % pela audição

- 83% pela visão

Outros estudos mostram o valor da combinação entre o ouvir e o ver:

Métodos de comunicação
Lembrança três

horas depois
Lembrança três

dias depois

Quando o professor só fala
70%
10%

Quando o professor só mostra
72%
20%

Quando o professor fala e mostra
85%
65%

4. O ASPECTO ESPIRITUAL DA DIDÁTICA CRISTÃ

Jesus disse: “Sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15.5) . Com essa afirmação, o Senhor quer dizer-nos que, sem seu poder, sua direção, sua unção, nada podemos fazer de real, efetivo e eficaz. S. Paulo, um excelente mestre nas Escrituras, tinha a convicção disso, quando afirmou: “Ele é o que opera em vós tanto o querer quanto o efetuar” (Fp 2.13) .

O professor, na igreja, pode ser formado, com curso de graduação, especialização, mestrado e até doutorado em Educação. Entretanto, se não tiver a unção do Espírito Santo, seu ensino não atingirá os objetivos. O Espírito Santo é o Professor invisível da igreja. Jesus disse: “Mas aquele consolador…esse vos ensinará todas as coisas…. (Jo 14.26)

CONCLUSÃO

O professor da EBD é um obreiro a serviço do ensino na igreja local. Diante disso, deve ser pessoa de oração, dedicada ao ensino, sendo exemplo para os alunos. Sua conduta, diante da classe, e na vida pessoal, é fundamental para que os alunos se interessem em ir à igreja, para ouvir a ministração das lições a serem ensinadas. O maior desafio ao professor está contido em Rm 12.7: “…se é ensinar, que haja dedicação ao ensino”. No novo milênio, que se prenuncia cheio de desafios culturais, éticos e educacionais, é necessário que o professor da EBD procure, dentro da realidade da igreja local, preparar-se melhor para desincumbir-se da abençoada e difícil tarefa de ensinar a Palavra de Deus a seus alunos.

BIBLIOGRAFIA

- BÍBLIA SAGRADA, Ed. Revista e Corrigida. Editora VIDA, S. Paulo, 1982.

- CGADB. Diretrizes e Bases da Educação Religiosa nas Assembléias de Deus no Brasil. CPAD, Rio, 1988.

- EETAD, A Educação Cristã. Campinas, SP.

- GANGEL, Keneth & HENDRICKS, Howard G. Manual do Ensino, CPAD, Rio, 1999.

- GILBERTO, Antônio. Manual da Escola Dominical. CPAD, Rio, 17a. Ed, 1997.

- GREGORY, John Milton. As sete leis do ensino. JUERP, Rio , 1977.

- GRIGGS, Donald L. Ensinando professores a ensinar. Ed. Presbiteriana, S. Paulo, 1987.

- VILARINHO, Lúcia Regina Goulart. Didática. LTC, S. Paulo, 1979.

Conhecimento

Ovelhas sem nome..

08/10/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

1 comentário

“…, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas…”
Jo. 10. 3

O movimento evangélico brasileiro tem experimentado grandes mudanças ao longo das últimas décadas, expandindo-se e multiplicando-se cada vez mais, ocasionando o surgimento de igrejas que congregam milhares de pessoas em um mesmo lugar e constroem templos de grandes proporções de arquiteturas cada vez mais avançadas e mecanismos de comunicação de última geração, além de líderes que se destacam pelo forte esquema de segurança que os cercam e por sua rápida ascensão dentro e fora da igreja.

Creio que não é possível fazer algum tipo de análise deste fenômeno religioso sem causar algum tipo de polêmica; entretanto, mesmo conhecendo a situação a que me exponho, embora não me proponha a aprofundar no assunto, não há como negar que tais mudanças são sempre acompanhadas de privilégios e responsabilidades e, assim como se multiplica o número de fiéis, tudo o mais que está relacionado a eles tende a seguir o mesmo curso.

Dentre estes fatores que merecem destaque, busco conciliar o perfil de pastor e ovelhas descrito por Jesus e a realidade que se constata em grande parte dos movimentos que conquistam a simpatia de um “público” crescente em decorrência da “força” que demonstram por “talentos” que se destacam e “fãs” que se multiplicam e se confundem entre os que ainda preservam as características de legítimos adoradores e seguidores do Filho de Deus, o qual foi confiado aos cuidados de um simples carpinteiro.

Sem me opor, absolutamente, ao avanço numérico e qualitativo dos que, verdadeiramente, experimentam o novo nascimento, observo e concluo que temos lidado com muitas ovelhas “sem nome”, sem pastor(es), amontoadas numa plateia que faz brilhar os olhos dos que as conduzem.

Obviamente que elas tem nome, personalidade, necessidades, problemas que só podem ser conhecidos num relacionamento dissociado do ajuntamento de grandes multidões. Mas, como resgatar aquele pastorado enfatizado por Jesus onde Ele é conhecido assim como conhece Suas ovelhas?

Creio que isto não se constitui em alerta apenas para nós pastores mas, para aqueles que se ajuntam aos montes e se satisfazem com o relacionamento superficial, com experiências pontuais ocorridas nos “espetáculos” que se multiplicam a pretexto de adoração a Deus.

Isto não deve soar como um desabafo de algum pregador frustrado mas, como uma séria preocupação com a necessidade de nos relacionarmos mais como ovelhas que tem uma identidade conhecida dentro e fora dos portões de uma igreja, cujos pastores conhecem assim como também são conhecidos.

Que este arrazoado sirva para nos aplicarmos a uma séria reflexão.

Escrito por: Rev. Marcos Martins Dias
Pederneiras, São Paulo, Brasil
“Ministro presbiteriano, 43, atual pastor da Igreja Presbiteriana de Pederneiras, cerca de 320 Km de São Paulo. Esposo de uma linda mulher e pai de uma filha extraordinária.”

http://marcosdias.blogspot.com

Ovelhas, Para Pensar, Pastores, Presbiteriana, Rev. Marcos Martins Dias

As novidades

07/10/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

2 comentários

Olá amados, é com grande alegria e satisfação que volto aqui a escrever novamente.

Nossa amada igreja prospera a cada dia, e nosso Deus tem nos ajudado sempre em tudo.

Passei 2 noites trabalhando no novo design para o site, e espero que seja do agrado de todos, fiz com todo amor e carinho, e tudo para nosso Pai.

Mudamos também nosso sistema de comentários. Estarei utilizando aqui o mesmo sistema que utilizo nos meus blogs, a integração fica bem melhor, e a participação do visitante também, pois com apenas um cadastro ele poderá comentar em outros blogs também que utilizam intensedebate.

Também adicionada, nossa bíblia online, você poderá acessa-la clicando no link “bíblia online”, ou visitando diretamente pelo www.adsantafe.com/biblia.

Espero que todos tenham gostado, e em breve estaremos com mais conteúdo e agradecendo sempre a Deus por tudo.

Notícias

Minha esperança

15/08/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

1 comentário

Olá amados, venho aqui descrever um pouco sobre mim.

Meu nome é Ronis Nascimento, conhecido por muitos como Ronis, e por alguns amigos como Severo, tenho 22 anos e moro em Fortaleza no Ceará. Adotei o nome Severo por ser sobrenome de uma pessoa que marcou minha vida e que é meu maior exemplo, meu avô, o qual me criou e me colocou no caminho do Senhor, me ensinou a ser gente e a ter juízo. Dou graça a Deus por fazer a minha mãe deixar ele me criar, agradeço a ela por enfrentar a fúria do meu pai depois dessa decisão, agradeço minha querida avó, que hoje em dia é quem me dá força, quem ora por mim e é quem ora comigo.

Meu avô não está mais conosco, mas graças aos seus ensinamentos hoje sou eu quem coloca a casa nos eixos, se não fosse ele ter me mostrado o verdadeiro caminho, talvez eu estivesse até morto, sério.

Logo após que ele faleceu, eu me senti muito mal, mas o diabo estava a espreita, esperando um deslize para me tragar. Dito e feito, o diabo me pegou de uma maneira que nunca eu imaginava… Ele foi direto ao coração, me fez apaixonar por uma garota que me trouxe “alegria”, “paz”, mas tudo momentânea, depois de quase 1 ano de namoro, a alegria e a paz se transformou em dor, desespero, angustia e solidão. Ali começava a “nova vida” de Ronis Nascimento… Um rapaz que esteve na igreja, que esteve na presença de Deus, um rapaz que levava a palavra de Deus.

Nessa “nova vida” quase morri, bebi, fumei, quase usei drogas mais pesadas. Sério, quase. Mas sabe por que quase? Veja como a graça de Deus é tremenda. Primeira vez que me apresentaram um cigarro de mesclado, e vai pensando que é sorvete não, nesse dia Deus estava do meu lado. Meu “colega” acendeu o cigarro e fumou um pouco, quando ele me passou e que eu coloquei aquele cigarro na boca, não conseguia de maneira alguma traga-lo, e ele acabava se apagando, isso não foi só uma vez, foram varias tentativas, até que eu desisti.

Fui pichador, e nessa época, Deus também estava do meu lado apesar de estar fazendo algo errado. Deus é tão maravilhoso, que hoje estou aqui a escrever. Nessa época que fui pichador, já colocaram diversa e diversas vezes revolveres em minha cabeça, fui humilhado, cuspido, chutado, espancado… E você pensa que isso que aconteceu era o demônio? Não, era Deus tentando me mostrar o quão perigosamente estava vivendo. – E o diabo? – Ah! O diabo, ele dizia “Aumente a revolta, faça duas vezes maior, tente de novo”.

É amigos, mesmo sendo criado em uma família evangélica, tive meus dias de mundão, e tenho a experiência, e posso te dizer, que estar com Deus, servindo a ele, amando a ele, é muito melhor que estar bebendo e perder o celular, dinheiro e documentos, ficar vomitando por ai, é isso aconteceu comigo, menos a parte dos documentos, mas dinheiro, celular e ficar vomitando sem ter quem ajude já.

A bebedeira era só alegria, mas uma alegria passageira, uma alegria momentânea, os amigos iam embora e a solidão e a tristeza voltavam. Ah, como me arrependo de muita coisa que fiz… Como contei no inicio, o diabo me apresentou uma garota que me fez sofrer, eu fui o garoto que fez três garotas sofrerem depois. Dei a revolta que eu tinha encima das outras três que namorei. Não que eu não tenha gostado de verdade de nenhuma, sempre tive carinho por todas, mas o que a primeira fez comigo eu levava como exemplo e temia que as outras fizessem o mesmo.

Hoje dou graças a Deus, por ter sido criado com meu avô e minha vó, porque se eu tivesse sido criado com meu pai, talvez hoje eu fosse ladrão, ou quem saiba nem vivo estaria mais.

Não que meu pai seja ladrão, ele fez muita coisa errada na vida, uma foi abandonar minha mãe com quatro meninas pra criar, é, eu tenho quatro irmãs. E se não fosse meu avô ajudar minha mãe naquele momento, eu acho que até sem mãe estaria agora.

Mas graças a esse Deus, que nunca deixei de agradecer, nem mesmo quando estava no mundão perdido, hoje estou aqui vivo, mas VIVENDO E VIVÃO de verdade. O diabo acabou comigo, me fez me achar ridículo, perdi mulheres, perdi amigos, perdi até aquela alegria momentânea, mas quando estava próximo do diabo acabar de vez comigo, Jesus disse a mim: “Retorne a sua casa. Oh! Filho meu, vem como esta”, e nesse momento de análise pessoal percebi o quanto eu perdi, mas também vi o quando eu ia ganhar… E não é valor material não, é espiritual, um valor bem maior do que toda a moeda que esta no mundo.

Hoje graças a Deus, estou vivo, e tenho de alegria de ter conhecido, Leopoldo, Neurônio e muitos outros amigos, que mesmo não vendo mais a tempos, me influenciaram a voltar a igreja. Foi vendo o quanto Deus fazia milagres na vida de cada um deles é que eu disse a mim mesmo, eu quero ser abençoado também, eu quero ter meu Deus de volta. E Deus me abriu os olhos e me disse, eu estou contigo, é você que tem que voltar a mim. E foi o que eu fiz, voltei a Deus, mas ainda tinha algo faltando. Faltava atenção para a voz de Deus.

Voltei para igreja, e tentei ser útil, talvez até tenha sido. Fiz blog da igreja, comprei folhetos, distribui entre os membros da mocidade local, e junto entregamos a maioria. Mas ainda falta alguma coisa… Pensei. Ainda me sinto um ser tão ridículo, que não consegui uma namorada… Coisas que vem na mente da gente, mas que só vem mesmo para tirar nossa atenção a Cristo, aquela atenção que já é pouco acaba por se extinguir.

De uma maneira ou de outra, não sei o motivo, não consegui dormir mais a noite, meu sono acabou, passei a dormir pelo horário da manhã, e logo depois só estava dormindo a tarde. Por esse motivo, parei de ir a igreja de novo, porque toda vez que eu acordava, os irmão já estavam em suas casas e talvez até dormindo. Meu dia começava quando o dia de muitos estava a terminar.

Até brinquei com familiares, que já poderia até ir morar no Japão sem se preocupar.

Mas deixando brincadeiras a parte, foi ouvindo com carinho uma musica do “AO CUBO” grupo de rappers evangélicos, que fui me analisar de verdade, e ver o quanto eu ainda estava perdendo dormindo demais. Como brinquei com o Pb. Deocleciano, eu estava dormindo, e era literalmente… Mas também espiritualmente. Mas em nome do Senhor, tudo o que se levanta contra mim, Deus vai derrubando por terra, porque meu Deus, é o Deus da vitória, é o Deus da benção, é o Deus, porque ele é Deus, e não Deus dos deuses, porque só existe ele.

Hoje eu percebi como o diabo nos odeia de verdade, mas isso é historia pra outro dia, se Deus permitir é claro. Eu peço a Deus forças e ele tem me dado força, faça como eu, peça a Deus, clame a ele, não dê lugar ao demônio, seja um soldado de Cristo assim como sou, seja mais um Dimas, que souber pedir a Deus, que souber ver o poder de Deus naquele momento, que soube usar suas ultimas palavras.

Hoje eu sou um Dimas, sou um filho pródigo, sou um filho amado de Deus…

FAÇA A MUDANÇA, SEJA A MUDANÇA, DEUS TEM ALGO GRANDIOSO PARA VOCÊ.

Uma pequena oração minha nesse momento:
“Deus, poderoso e eterno Pai, criador dos céus e da terra, te peço vitória a todos aqueles que crêem no seu nome Senhor, a todo aquele que clama Senhor, a todo aquele que necessita. Mostra Pai, o Teu poder grandioso a todos Senhor, livre a cada de todo mal, de toda seta maligna que venha tentar acabar com a vida dessa pessoa Senhor. Que Tu olhes Deus, para todos aqueles que me mandão e-mail pedindo orações Senhor, peço que atenda Pai, o pedido do coração de cada um, e que todos possam crer que somente Tu, podes salvar. Peço a vitória de minha família Deus, peço o livramento de cada um o Pai, em ti a esperança nunca morre. Peço que me dê forças a cada dia Senhor. Peço-te que me atendas o Pai, o Senhor sabe o que necessito, sabes o que minha alma anseia Senhor. Senhor, muitas
das pessoas usam orações para agradecer, mas sei que nessa hora, é hora de pedir, de se ajoelhar e dizer o que se passa, sei que Tu Senhor, sabe o que se passa com cada um de nós, mas devemos mesmo assim conversar contigo Senhor. Abençoe Senhor, amplamente os irmãos Pb. Deocleciano, que tem ajudado minha família espiritualmente, abençoa ao irmão Aleandro que eu o agradeço por todo auxilio ao meu retorno a igreja, abençoa Senhor, ao Neurônio, e o agradeço Senhor, por ter conhecido ele, abençoa ao irmão Leopoldo, e todos os que também assim como eu, saíram daquele mundo, e que hoje louvam a Ti Pai. Obrigado por tudo Senhor, obrigado mesmo. Amém.”

É isso amados, Deus tem não só um propósito na sua vida, ele tem vários.

Até a próxima, se Deus quiser, e desculpe os erros de português.

PAZ!

Experiencia com Deus

EU CREIO

08/08/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

4 comentários

“E imediatamente o pai do menino exclamou [com lágrimas]: Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé.”

I Ts. 4. 5

Grande parte das coisas que se dão na vida do cristão estão amparadas na fé somente. Não há elementos humanos capazes de transpor a supremacia característica da fé que, sendo supra racional, não pode ser assimilada intelectualmente. Não apenas a fé em si mesma mas, muito do que dela se deriva excede ao entendimento. Ações e reações presentes ao longo de toda a vida de quem está fundamentado nela seguem estas mesmas características.

O texto destacado acima, discorre sobre fatos que nos levam a refletir a respeito do assunto.

Note que Jesus está diante de um pai desesperado, cujo filho, tomado por um espírito maligno, não encontrava solução para seu problema em recursos humanos. A fé em Cristo é a chave, a porta, o fim do desespero.

Mas este não é o único problema presente no texto. Somos informados do modo como Jesus reagiu diante da notícia de que Seus discípulos não o puderam expelir. Isto está posto da seguinte maneira: “…: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei?…”

Uma advertência voltada apenas para Seus seguidores? Certamente não. Está comprovado que a incredulidade não é uma questão pontual, circunstancial, confinada a um problema isolado ou a uma situação específica. Estamos diante de um dano de proporções indescritíveis o qual contaminou toda a humanidade, tornando insensível o coração do mais crédulo dentre os mortais, indicando quão frágil podemos ser e quão grande e poderoso é o nosso Deus, indicando que, em muitas ocasiões não há nada a se fazer; é preciso apenas crer.

Deste modo, sempre haverá situações diante das quais tudo o que teremos a fazer é nos inclinarmos humildemente perante o olhar misericordioso de Cristo e afirmar: Eu creio. Ajuda-me na minha falta de fé. Minha nulidade me consome, minhas forças se esvaem, nada posso sem que o Senhor me tome pela mão e conceda-me o privilégio de ser alvo de Sua graça.

Posso não ver, não conseguir descrever, não entender como é possível. Mas, indubitavelmente, saberei que Deus está trabalhando em mim, realizando coisas que estão além, muito além de tudo quanto os “olhos viram, os ouvidos ouviram e jamais penetraram o coração humano”.

Que o Senhor nos ajude, dia após dia, a simplesmente crer.

Rev. Marcos Martins Dias

confiança, Conhecimento, Experiencia com Deus, favor, fé, graça

Gripe Suína – Perguntas e Respostas

20/07/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

2 comentários

Questionário de Utilidade Pública

publicação de João Cruzué – Blog Olhar Cristão
livre para cópias e reproduções
Gripe Suína   Perguntas e Respostas
Organização Mundial de Saúde
“A principal via da transmissão do vírus da gripe suína (H1N1) é muito semelhança ao da influenza sazonal, isto é, através de gotículas que são expulsas ao falar, espirrar ou tossir. Você pode prevenir a infeccão evitando o contato com pessoas com sintomas parecidos com uma gripe, mantendo uma distância de um metro, aproximadamente, se possível, além de tomar as seguintes providências:1 – Evitar tocar sua boca e nariz

2 – Limpar completamente as mãos com água e sabão ou álcool em gel;

3 – Evitar ficar perto de pessoas que possam estar com gripe;

4 – Reduzir o tempo gasto em aglomerações, se possível;

5 – Melhorar a ventilação do seu ambiente abrindo janelas;

6 – Praticar hábitos saudáveis, como sono adequado, alimentação nutritiva e praticar exercícios físicos. (Fonte:OMS, tradução de João Cruzué)

)

PERGUNTAS E RESPOSTAS


1 – Onde o vírus da gripe suína é encontrado no ambiente?
Quando uma pessoa portadora espirra, tosse ou fala, o vírus pode se alojar em superfícies lisas como: maçanetas, dinheiro, papel, documentos – sempre onde houver umidade. Já que é impossível esterilizar o ambiente, recomenda-se radicalizar com a higiene das mãos.

2 – Quando se deve usar a máscara cirúrgica?

Se você não estiver doente não deve usar máscara. Mas é fundamental usá-la quando estiver cuidando de alguém infectado. E descartá-la imediatamente assim que sair de perto dessa pessoa, bem como lavar várias vezes as mãos.

Caso esteja infectado com esta gripe, e for obrigado a viajar ou ficar perto de pessoas, você deve cobrir seu nariz e a boca.

O uso correto da máscara em cada situação é essencial. O uso incorreto, na verdade, leva ao aumento das chances de espalhar a doença.

3 – Qual a utilidade do álcool em gel para a limpeza das mãos?

Torna o vírus inativo se ele estiver nas mãos..

4 – Qual é a forma de contágio mais eficiente deste vírus?

Por contato, principalmente. A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão. O fator mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do nariz, boca e olhos). O vírus não voa. Não alcança mais de um metro de distância.

5 – É fácil o contágio em aviões?

O ambiente não é propício para ser infectado.

6 – Como posso evitar o contágio?

Não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não ficar com pessoas com a gripe. Lavar as mãos ao menos 10 vezes por dia. Principalmente entre os dedos. Ao chegar no trabalho. Na escola. Em casa.

7 – Qual é o período de incubação do vírus?

Em média de 5 a 7 dias. Os sintomas aparecem quase imediatamente.

8- Quando se deve começar a tomar o remédio?

Dentro das 72 horas os prognósticos são muito bons, a melhora é de 100%. Atenção: sempre com receita médica.

9 – De que forma o vírus entra no seu corpo?

Por contato, ao dar a mão ou beijar no rosto. Pelo nariz, boca e olhos, ao ficar próximo a infectados que tussam, espirrem..

10 – O vírus é mortal?

Não, o que ocasiona a morte é pneumonia. Uma complicação da doença causada pelo vírus.

11 – Qual risco dos familiares de parentes falecidos com a gripe?

Podem ser portadores e uma rede de transmissão em potencial.

12 – A água de tanques ou de caixas transmite o vírus?

Não, porque contêm cloro e outras químicas.

13 – O que faz o vírus para provocar a morte?

Uma série de reações como deficiência respiratória. Uma pneumonia severa é o que ocasiona a morte.

14 – Quando se inicia o contágio: antes dos sintomas ou até que se apresentem?

Desde que se tenha o vírus, antes dos sintomas.

15 – Qual é a probabilidade de se recair com a mesma doença?

De 0%, (zero porcento) porque a pessoa fica imune ao vírus.

16 – As pessoas asmáticas são mais propensas ao contágio pelo vírus da gripe suína?

Sim, são pacientes mais suscetíveis. Mas como se trata de um germe novo, todos igualmente são suscetíveis.

17 – Qual população está sendo atacada por este vírus?

Pessoas de 20 a 50 anos de idade.

18 – Quanto tempo vive o vírus da gripe “suína” numa maçaneta ou superfície lisa?

Resposta: Até 10 horas.

19 – Posso fazer exercício ao ar livre?

Sim. O vírus não anda no ar nem tem asas.

20 – O uso da Vitamina C tem algum valor?

Ela não serve para prevenir o ataque. Pode ajudar na resistência imunológica. Não se auto medique. Siga as orientações do médico.

21 – Quem está a salvo desta doença ou quem é menos suscetível?

Ninguém está a salvo. Por isso tome medidas preventivas, como a boa higiene dentro de lar, escritório, utensílios.

22 – O virus se move?

Não, o vírus não tem nem patas nem asas. A pessoa é quem o coloca dentro do próprio organismo.

23 – Animais de estimação são portadores deste vírus?

Deste vírus não. Provavelmente, contagiem outros tipos de vírus.

24 – Se eu for ao velório de alguém que morreu com a gripe suína posso me conta
giar?

Com o morto não. Com os vivos já contaminados, sim.

25 -Qual é o risco para mulheres grávidas?

Mulheres grávidas têm o mesmo risco para dois. Uso de remédios antivirais, em caso de de contagio, só com estrito controle médico.

26 – O feto pode ter lesões se uma mulher grávida estiver contagiada?

Não sabemos que estragos possam ocorrer no processo já que é um vírus novo.

27 Posso tomar ácido acetilsalicílico (aspirina)?

Não é recomendável. Pode ocasionar outras doenças. A menos que você tenha prescrição médica, por problemas coronários.

28 – Adianta tomar medicamentos antivirais antes dos sintomas?

Não têm eficácia.

29 No caso da gripe “suína” pessoas com AIDS, diabetes, câncer, etc., têm maiores complicações que uma pessoa sadia?

SIM.

30 – Uma gripe convencional, forte, pode se converter em gripe “suína”?

NÃO!

31 – O que mata vírus (H1N1) da gripe “suína”?

O sol. Mais de 5 dias no meio ambiente. O sabão. Álcool em gel. E antivirais com prescrição médica.

32 – O que é feito nos hospitais para se evitar contágios a outros pacientes não infectados pelo vírus?

Medidas de isolamento.

33 – O álcool em gel é efetivo para evitar o contágio?

SIM! Muito efetivo.

34 – Se eu fui vacinado contra a influenza estacional, também tenho imunidade ao vírus da gripe suína?

Não! Ainda não existe vacina disponível contra este vírus.

35 – O vírus da gripe “suína” está sob controle no Brasil?

Não totalmente, apesar das medidas agressivas de contenção efetivas pelas autoridades sanitárias.

36 – O que significa passar de alerta 4 para o alerta 5?

A fase 4 não difere muito da fase 5. Significa que o vírus se propagou de pessoa-a-pessoa em mais de dois países. E fase 6 quer dizer que um vírus se propagou para mais de 3 países.

37 – Crianças com tosse e gripe têm influenza A ou gripe “suína”?

É pouco provável, pois as crianças têm sido pouco afetadas.

38 – Posso me contagiar ao ar livre?

Desde que haja pessoas infectadas que tussam ou espirrem perto de você, é possível.

39 – Posso comer carne de porco?

Sim, porque não há risco de contágio.

Revisão de redação por João Cruzué

Dra. Ismênia Ferreira S. da Silva é advogada do depto jurídico da AHM – P. Município de São Paulo

Blogagens Coletivas

Entrega parcial

11/07/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

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“Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.” Sl. 37. 5

Uma das coisas mais comuns na vida cristã é “entregar” constantemente os problemas a Deus e “esperar” os resultados desta atitude tão “segura”.

Colocar os termos “entregar, esperar e segura” entre aspas é uma atitude proposital por se tratar de um assunto que, embora pareça claro, apresenta incoerências nos sintomas observados em pessoas que, mesmo fazendo muito uso dos termos, ainda não conseguiram alcançar a verdadeira experiência de entregar, esperar e ter segurança. Isto é o que se define aqui como “uma entrega parcial”, ou seja, é o mesmo que “dizer” mas, não “fazer”.

É incrível como a confiança no ser humano atinge proporções incomparavelmente maiores do que aquela requerida pela Escritura, no que se refere a Deus. Mesmo nas coisas mais simples, podemos ser apanhados em nossa própria armadilha, tendo certeza acerca de pessoas, coisas, circunstâncias etc., que são, por si mesmas, incertas.

Deste modo, por exemplo, entregamos determinada quantia a alguém, confiamos que ele trará o que lhe foi pedido e, normalmente, esperamos tranquilamente que tudo se faça conforme o planejado. Seja em relação ao pão matinal, à conta a ser paga, à rotina normal de sair pela manhã e retornar depois, de se levar uma vida sem aquelas situações inesperadas etc.

Querendo ou não, podemos ser vitimados pelo que foi dito por meio do profeta Jeremias: “…: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparte o seu coração do SENHOR!” 17. 5.

Esta constatação se fundamenta no fato de orarmos diante de certas adversidades e “entregar” nas mãos de Deus mas, sofrendo de certa ansiedade sem saber “se”, “quando” e “como” Ele fará o que “esperamos”.

Uma “entrega pela metade” não é entrega, nem confiança, nem esperança. É o contrário de tudo isto. É ausência daquela fé genuína que promove descanso, paz e que o entendimento é incapaz de alcançar.

Nossa natureza é assim mesmo. Se podemos ver, tocar, sentir etc. parece que tudo fica mais fácil; por outro lado, se não vemos, não tocamos, não sentimos, se dependemos totalmente de crer, de depositar uma fé incondicional e irrestrita no que Deus nos diz, a hesitação bate à porta, espreita o coração humano, perturba a paz, gera insegurança, duvida da fé, contrariando princípios triviais que devem permear o relacionamento entre homem e Deus.

Está dito: “Entrega, confia e espera”. O que nos compete é simplesmente obedecer, ao mesmo tempo em que fazemos o que está ao nosso alcance.

Que Deus nos ajude a confiar de fato e de verdade em lugar de enganar a nós mesmos com uma espiritualidade superficial, sofrida, vazia, repleta de situações onde a angústia e a ansiedade ocasionadas pela inobservância da Palavra de Deus são fatores presentes na vida de muitos que se declaram fervorosos e crentes em Jesus Cristo.

Rev. Marcos Martins Dias

Para Pensar

HAJA PACIÊNCIA

02/07/09

Escrito por Pb. Claumir Gomes em Blog

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“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;”
Rm. 12 : 12

Embora a paciência seja um resultado da presença do Espírito Santo na vida do cristão, não é difícil perceber que o seu exercício tem se tornado um desafio cada vez maior diante de uma realidade onde o imediatismo tem ganhado destaque em diversos seguimentos do dia a dia.

O mais interessante é que, ao observar o versículo acima, o assunto não tem a ver com as coisas corriqueiras, ao que nos é comum, ao que faz parte do cotidiano de todos os mortais. A palavra de ordem é “ter paciência em meio às tribulações”. Como se pode notar, isto vem acompanhado de outros imperativos que apontam para a perseverança e a oração. Condições bastante óbvias para quem precisa aprender a ser paciente.

É, igualmente interessante, a maneira como não somente somos exigidos nesta área como também, perceptível ou imperceptivelmente, esperamos ser atendidos prontamente, pelas pessoas e por Deus, assim como cobramos e somos cobramos a obter resultados imediatos quanto às responsabilidades distribuídas entre nós, ignorando o sentido da paciência e nos utilizando de pretextos como: não podemos admitir o comodismo, é preciso sempre ter atitude, ainda não é a hora de Deus etc.

Pode haver exceções, sem dúvida; entretanto, se averiguarmos um pouco mais, poderemos constatar que estamos distantes de demonstrar paciência nas coisas mais comuns do nosso dia a dia. E, sendo assim, como poderemos obedecer ao imperativo de sermos pacientes em situações adversas?

Há décadas, Deus tem sido paciente comigo, perdoando minhas ofensas, concedendo-me novas oportunidades, fazendo-me favores e, sinceramente, haja paciência para tolerar a minha intempestividade o meu desejo de ver as coisas acontecerem no meu tempo, a meu modo e do meu gosto.

Não devemos nos esquecer que estamos lidando com um imperativo, com uma ordem. E, se conhecemos o significado de “esperança”, se nos prestamos ao favor próprio de dedicar tempo à oração, então estaremos menos distantes de alcançar o que nos é requerido, desfrutando gradativamente do amadurecimento de mais este precioso fruto do Espírito em nós: a paciência.

Que Deus nos ajude na busca por mais esta preciosa virtude, evidência de que somos legitimamente regenerados pelo poder do Espírito Santo.

Rev. Marcos Martins Dias

Conhecimento, frutos do espírito, paciência, tolerância, tribulação
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